Uma nova variante (B.1.X ou B.1.640) foi detectada em 24 pessoas infectadas em uma escola francesa, em Out/21. A #Delta segue sendo a variante de predominância, e a B.1.640 está na esfera de monitoramento.
Mas temos alguns alertas BEM relevantes aqui 👇🧶
Após a detecção da variante na escola francesa da região da Bretanha, a escola suspendeu as aulas de metade de suas turmas. A situação atualmente está estabilizada, não havendo casos detectados dessa variante desde 26/Out
Mas por que então é importante falarmos sobre isso, Mell?
Primeiro, pela peculiaridade das mutações que esta variante apresenta. A B.1.X é emergente na Europa e África com algumas mutações ainda não vistas na Spike
Em relação ao anúncio do MS, sei que todos ficamos com muitas dúvidas, que serão esclarecidas no andar da semana. Por enquanto, o que sabemos:
🔸Se os cronogramas forem cumpridos, teremos vacina pra ampliar pra menores de 12 anos e reforçar para população +18
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🔸Que temos um problema sério quanto a pessoas não vacinadas ainda, ou com a 2ª dose por fazer, e precisamos ampliar essa vacinação para podermos partir com mais esquemas completos pra reforço no período estabelecido. A maior parte das hospitalizações hoje é de não vacinados
🔸Esse reforço para a população geral abaixo dos 60 anos estaria previsto para 2022
🔸 O intervalo entre a dose 2 e 3 foi reduzido de 6 para 5 meses. Tu que tem +6 ou profissional de saúde: busque a vacinação se estiver contemplado
ATENÇÃO: Ministério da Saúde reduzirá o intervalo entre a 2ª dose e a 3ª dose
🔹De 6 para 5 meses
🔹Público-alvo: idosos, imunossuprimidos e prof. de saúde
O MS também estuda se há necessidade de reforço entre 18-59 anos
1⃣Perda de proteção?
Bueno, primeiro, é importante destacar que isso NÃO implica perda de proteção após 5-6 meses. Sabemos que existe uma queda de anticorpos circulantes (o que é esperado!), mas as células seguem presentes no organismo:
Para eliminar dúvidas remanescentes: as vacinas contra a COVID-19 que hoje estão sendo aplicadas no mundo NÃO SÃO experimentais. No momento que são aprovadas pelas agências reguladoras, elas passam a ser vacinas ou autorizadas pra uso emergencial, ou com registro definitivo
Um ou outro depende do tipo de pedido que foi feito à agência. Para serem aprovadas por essa agências, elas precisam não só apresentar evidências dos estudos clínicos e pre-clinicos como também dados e análises relacionados a sua produção e ao seu controle de qualidade.
Estamos em pandemia, de um vírus que é bastante transmissível e que tirou muitas vidas (e segue tirando). Pessoas não vacinadas tem um risco muito elevado de pegar a doença. Estamos vendo que a maior % de hospitalizacoes dentro e fora do país é por parte dos não vacinados.
O que a Europa está vivendo nos mostra essa importância como o @AndersonBrito_ menciona abaixo. No Brasil, enquanto temos estados com coberturas altas, temos regiões como o Roraima com menos de 50% da sua população vacinável vacinada com as duas doses.
Já havíamos alertado isso num contexto de mundo, em que a África, por exemplo, tem países com coberturas baixíssimas. Essa desigualdade na distribuição de vacinas é alto que custa caro pra estratégia de saída da pandemia a medida que o tempo passa.
A @anvisa_oficial tem um prazo de análise para o pedid de até 30 dias. Conforme informado pela Pfizer, a dosagem da vacina para a faixa etária será ajustada e menor que aquela utilizada por maiores de 12 anos.
Dessa forma, a proposta é ter frascos diferentes, com dosagem específica para cada grupo (maiores ou menores de 12 anos). Segundo a empresa, os frascos serão diferenciados pela cor inclusive