Seu advogado argumentou que a extradição era ilegal, pois significaria colocar o filho de um brasileiro sob o poder de um governo estrangeiro.
Em novembro de 2019, ela lançou um livro que narra sua trajetória, de título "Viver É Tomar Partido".
Anita tornou-se historiadora e professora na UFRJ.
As duas ficaram juntas até que Anita completasse 14 meses de idade, quando foi entregue para a avó.
"Quero que me entendam bem: preparar-me para a morte não significa que me renda, mas sim saber fazer-lhe frente quando ela chegue.
(...)
Beijo-os pela última vez.
Olga Benário Prestes”.
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