O Toyota TS020, mais conhecido como GT-One, foi o modelo da marca japonesa que levou o conceito de achar brechas no regulamento ao extremo. Conto a história do projeto feito para vencer as 24 Horas de Le Mans nessa thread:
Nunca foi segredo que para as marcas japonesas, vencer Le Mans era o objetivo principal no automobilismo. Nissan e Toyota tentavam a tão sonhada vitória desde os anos 80. Mas sem carros competitivos com Porsche, Sauber-Mercedes e Jaguar.
A Toyota não abandonou a categoria mesmo em um momento de crise. Mesmo em 1992, Quando o WSC (WEC) acabou. A Toyota bateu na trave em 1992 e 1994, sendo segunda em ambos. Em 1995, a Toyota entrou na Classe LMGT1, através da SARD.
Os modelos que a marca usou eram o Toyota Supra GT, e o SARD MC8-R, que era derivado do Toyota MR2. Porém nenhum dos dois foram competitivos frente a carros com a McLaren F1 e a Porsche 911 GT1
Mas o MC8-R na verdade era um projeto muito mais interessante do que se aparentava, a marca usou o carro se aproveitando de várias brechas no regulamento, uma delas foi a quantidade produzida. Os carros da GT1 deviam ser carros de produção, com adaptações para um carro de corrida
Uma das regras era que um carro para ser homologado para a competição, teria que ter 25 unidades fabricadas. A Toyota se aproveitou de uma brecha que deixava se homologar o carro na fase iniciais, com apenas um protótipo, desde que se produzisse os carros posteriormente
Mas certo que o projeto não era competitivo para 1997, a Toyota resolveu tirar um ano sabatino para investir em um novo projeto. Ela tirou a SARD da jogada, e usou a Toyota Team Europe, ou simplesmente TTE. Essa divisão era sediada em Colônia, Alemanha
Ela lidava com os carros da marca no Mundial de Rally (WRC). A Toyota também contratou a Dallara para a fabricação do chassi. O projetista André de Cortanze seria o responsável pelo carro. Ele terminou o conceito do chassi em Janeiro de 1997
O GT-One foi desenvolvido no túnel de vento da Dallara, na Itália, ele foi feita de forma extremamente futurista para a época, foi um dos primeiros carros feito inteiramente em CAD (desenho assistido por computador).
Norbert Kreyer seria responsável pelo motor, ele escolheu o Toyota R36V 3.6 V8 Biturbo, que equipou o Toyota 92C-V, no ano de 1992. O motor foi revisado, se reduziu a altura e o peso, melhorando a economia de combustível, além de conseguir aumentar a potência.
Ainda sim, o motor era limitado a 630 cv e 6000 rpm. Agora as brechas de regulamento foram exploradas ao extremo. O carro contava com só uma unidade de homologação, lá tinha o segundo acento, buzina, placa, farol com seta. Esse carro devia ser colocado a venda ao público.
Porém, com mais uma brecha, ele poderia ser vendido apenas depois de Le Mans. Mas uma das características mais doidas, é que a Toyota alegou que o espaço vazio do tanque de combustível como porta-malas, e como tinha o espaço mínimo no regulamento, foi aprovado.
O primeiro protótipo foi entregue em Dezembro de 1997, o primeiro piloto a correr foi o britânico Martin Brundle. Mas a Toyota iria inscrever três carros para a edição de 1998, então os nove pilotos testaram o carro
Os pilotos da Toyota nas 24 Horas de Le Mans de 1998 eram:
#27 Ukyo Katayama, Toshio Suzuki e Keiichi Tsuchiya
#28 Martin Brundle, Emmanuel Collard e Éric Hélary
#29 Thierry Boutsen, Ralf Kelleners e Geoff Lees
Na corrida, os candidatos a vitória além do GT-One eram: Mercedes-Benz CLK-LM, Porsche 911 GT1, BMW V12 LM, Ferrari 333 SP, Porsche LMP1-98 e Panoz GTR-1

Diferente de muitos desses concorrentes, o GT-One não competia em outras provas, era a primeira corrida do modelo.

Na qualificação o pole foi o #35 Mercedes de Bernd Schneider, Mark Webber e Klaus Ludwig, com 3:35.544. Seguido por #28 Toyota, +1.038 atrás.
O #29 e o #27 foram P7 e P8 respectivamente. Na largada, o #35 Mercedes manteve a ponta, o #36 Mercedes, pilotado por Jean-Marc Gounon, Ricardo Zonta e Christophe Bouchut. Os carros da Mercedes tinham trocado os motores V12 pelos V8, usado pelo Mercedes C11 em 1991
E era a primeira corrida depois da mudança, e por a questão é com os dois Mercedes abandonaram nas primeiras horas. O #28 chegou a liderar até a noite, mas bateu quando uma tempestade caiu e foi obrigado a abandonar. O #29 que vinha logo atrás assumiu a liderança.
Enquanto o #27 parecia sem ritmo, não esteve no top 5 em nenhum momento da prova. O #29 começou a enfrenar muitos problemas na caixa de câmbio, o que fez com que o #26 Porsche 911 GT1-98, pilotado por: Laurent Aïello, Allan McNish e Stéphane Ortellie) assumisse a liderança
Seguido pelo seu "irmão", o #25, pilotado por: Jörg Müller, Uwe Alzen e Bob Wollek. Mas o #29, impulsionado principalmente por Boutsen, voltou a liderança na hora do almoço, faltando apenas três horas para o fim, porém ele acabou abandonando pois a caixa de câmbio quebrou de vez.
A vitória ficou com o #26, seguido pelo #25. Seria a última vitória da Porsche em Le Mans até 2015. E o único Toyota restante, o #27 só chegou em sétimo.

A Toyota iria tentar novamente uma vitória na edição de 1999. Mas a ACO decidiu mudar as regras.
Por conta dos "falsos GT", que não se resumiam à Toyota, mas também à Mercedes, Porsche, Nissan e outros, que acharam várias brechas no regulamento, a ACO decidiu mudar para dois conceitos, um deles era o LMP, de quais os antigos LMP1 participariam.
A outro seria a LMGTP, que abrigaria a antiga LMGT1, nela não teriam mais obrigações de se fazer um carro de rua, a regra dizia que deveria ser um protótipo fechado. Mas a Toyota continuou se aproveitando de brechas de regulamento, uma delas seria bem absurda.
O regulamento não definia a dimensão do limpador de para-brisa, o que fez a Toyota colocar um bem pequeno, que em caso de chuva poderia ser trocado. A ACO foi obrigada a aceitar, com a ressalva que a Toyota nunca mais poderia fazer isso.
A Toyota inscreveu novamente três carros novamente, os pilotos eram:
#1 Martin Brundle, Emmanuel Collard e Vincenzo Sospiri
#2 Thierry Boutsen, Ralf Kelleners e Allan McNish
#3 Ukyo Katayama, Keiichi Tsuchiya e Toshio Suzuki
A Toyota fez longos testes em Paul Ricard, uma pista com uma longa reta, um cenário bem parecido com o encontrado em Le Mans, isso aconteceu em Março de 1999.
A Toyota já tinha liderado os testes, duas semanas antes da corridas, a expectativa era enorme. O #1 foi pole, seguido pelo #2. Atrás deles o #15 BMW V12 LMR, pilotado por: Tom Kristensen, JJ Lehto e Jörg Müller.
Em quarto, o #6 Mercedes CLR, pilotado por: Pedro Lamy, Bernd Schneider e Franck Lagorce. Em quinto, o #12 Panoz LMP1, pilotado por: David Brabham, Éric Bernard e Butch Leitzinger. Em sexto, o #15 BMW V12 LMR, pilotado por: Joachim Winkelhock, Pierluigi Martini e Yannick Dalmas
Em sétimo, o #5 Mercedes CLR, pilotado por: Christophe Bouchut, Nick Heidfeld e Peter Dumbreck. Em oitavo, o #3 Toyota. Um dos desfalques do grid era o #4 Mercedes, que tinha voado nos treinos livres, em duas oportunidades, pilotado por Mark Webber.
A Mercedes estava sob alerta, recomendando que seus pilotos não pegassem vácuo, com risco do carro decolar. No inicio da prova ficou clara uma briga entre Toyota e Mercedes, com o #1 e #2 sendo perseguido pelos #6 e #5. Porém a #17 BMW se mostrava forte
O carro que foi desenvolvido com participação da WIlliams, usava combustível da Petrobras e lubrificante Castrol, assim como a equipe na F1. Tinha em seu motor um grande triunfo, ele era econômico, o que compensava sua falta de potência em relação a concorrência.
Na quinta hora de prova, o #17 assumiu a liderança. O #2 Toyota estava em P2, sendo perseguido pelas Mercedes, o #5 era pilotado por Peter Dumbreck, quando pelo mínimo de vácuo pegando atrás do Toyota, o carro decolou, dando vários rodopios e caiu na mata depois do guard rail
A Mercedes ordenou que o #6 fosse para os boxes, abandonado a prova, assim com em Le Mans 55, mas por outras razões. A Mercedes nunca mais voltou a correr em LM depois disso. Após o incidente, se teve um longo periodo de SC, enquanto o #1 Toyota teve problemas mecânicos.
Quando sstava tentando recuperar terreno, o pneu estourou na primeira chicane da Mulsanne, ele bateu, danificando a suspensão traseira. O carro estava sendo comandando por Brundle, que tentou levar até os boxes, sem sucesso e foi obrigado a abandonar.
Nesse momento o top 4 era: #17 BMW, #2 Toyota, #15 BMW e #3 Toyota. Enquanto os Toyota avançavam bem, a BMW conseguia economizar combustível, o que reduzia as paradas. As 2:30 da manhã, o #2 Toyota bateu forte em um retardatário próximo ao Arco Dunlop, ao comando de Boutsen
O piloto belga teve fraturas na costela, mais um Toyota abandonava. Restando a esperança de vitória ao trio nipônico do carro #3. Que estava uma volta atrás do carro #15 BMW e quatro atrás do #17 BMW. Mas na 17° hora de corrida, o #17 BMW bateu forte, ao comando de JJ Lehto
E acabou abandonando, deixando a liderança com o seu "irmão", o #15, enquanto o #3 Toyota tentava se aproximar, fazendo volta rápida, atrás de volta rápida. Faltando poucas horas a diferença já estava em menos de um minuto, quando o pneu estourou.
Katayama conseguiu levar o carro até os boxes, porém ele não sairia mais do segundo lugar. A vitória ficou com a BMW, foi sua única vitória como construtora, apesar de todos dos méritos da construção pertencer a Williams, que acabou não levando créditos.
A Toyota decidiu não voltar a Le Mans em 2000, o que o fim do projeto, porém apareceu mais uma oportunidade. A ACO fez um acordo com a Federação Japonesa, para uma prova em Fuji, que seria conhecida como Le Mans Fuji 1000 Km.
A ACO pretendia criar uma nova série japonesa em 2000, e talvez evitar a saída das marcas japonesas de Le Mans, já que Toyota e a Nissan já tinham indicado que iriam sair. O vencedor ganharia uma vaga automática para a Le Mans de 2000
Inicialmente a corrida contaria apenas com carros da classe ACO: LMP, LMGTP, GTS e GT. Porém só 16 carros se inscreveram, a Toyota mesmo só fez a inscrição de um carro, o #1 com Ukyo Katayama, Keiichi Tsuchiya e Toshio Suzuki, o mesmo trio que pilotou o #3 em Le Mans
A Nissan também só inscreveu um, o #23 Nissan R391, com Érik Comas, Satoshi Motoyama e Masami Kageyama. A marca tinha participado de Le Mans com três carros, mas foram coadjuvantes. Mais um McLaren F1, um Autoexe LMP99 e um BMW LMR de 1998 preencheram as 5 vagas nos protótipos
Com tão poucas inscrições, a ACO admitiu a entrada de carros da JGTC, com 5 da classe GT500 e 2 da GT300. Por fim, ao todo foram 23 carros, bem abaixo do esperado. A Toyota tinha brigado com a Bridgestone depois de Le Mans, por causa dos dois estouros de pneu.
A Bridgestone equipava a Nissan, enquanto a Toyota foi de Michelin. O Toyota foi pole, Katayama começou liderando com uma chuva fina, o GT-One era bem melhor que o Nissan, pilotado por Érik Comas, que lutava para aquecer os pneus. Na 34° volta, a diferença era de 20 segundos
Mas o cenário mudaria bastante, até pela pista seca. Cada parada da Toyota durava mais de 30 segundos a mais em relação a Nissan, o motivo era simples. Eles precisava trocar de pneus a cada parada, enquanto a Nissan não tinha essa necessidade.
A ideia de fazer o carro em cima de um pneu e estar usando outro, se mostrou bem prejudicial para a Toyota. Em uma das paradas, Suzuki assumiu o GT-One, enquanto Comas passou, voltando 13 segundos a frente. Suzuki conseguiu recuperar terreno, mas teve que cumprir um stop-and-go
Por conta de ultrapassar retardatários em bandeira amarela. Isso deu uma vantagem de uma volta para o Nissan. Essa volta foi descontada ainda por Suzuki, em uma nova troca, Comas deu lugar à Kageyama na Nissan e Suzuki à Tsuchiya na Toyota.
Com 126 voltas, o Toyota já estava na cola do Nissan, quando parou no boxe, o carro não ligava, foram perdido três minutos, com o carro voltando três voltas atrás do Nissan.
O Toyota conseguiria recuperar duas dessa voltas, mas teria mais uma penalidade por conta de novo de Katayama ignorar as bandeiras amarelas. Ao final, o Nissan venceu com uma volta de vantagem. Katayama assumiu a culpa pela derrota, porém outros pilotos saíram em sua defesa
Alegando que realmente atrás de alguns carros, principalmente do JGTC, era díficil se ver bandeiras amarelas. O GT-One fez sua terceira e última corrida, sem conquistar nenhuma vitória. A marca transferiria seu esforços para entrar na F1, nos anos seguintes.

• • •

Missing some Tweet in this thread? You can try to force a refresh
 

Keep Current with Felipe Meira

Felipe Meira Profile picture

Stay in touch and get notified when new unrolls are available from this author!

Read all threads

This Thread may be Removed Anytime!

PDF

Twitter may remove this content at anytime! Save it as PDF for later use!

Try unrolling a thread yourself!

how to unroll video
  1. Follow @ThreadReaderApp to mention us!

  2. From a Twitter thread mention us with a keyword "unroll"
@threadreaderapp unroll

Practice here first or read more on our help page!

More from @Felipemmeira

6 Nov
Muitas vezes quando um carro de F1 é muito ruim, é comum falar que ele é um trator. Mas na Rothmans 50000 de 1972, Se teve talvez a corrida prelimitar mais excêntrica de todas, uma verdadeira corrida de tratores. Conto a história desse fato inusitado nessa pequena thread:
Como quase tudo no automobilismo, isso envolveu um fator marketing, vindo da Ford. Os tratores da marca americana eram bem populares no território britânico. A Rothmans 50000 não foi uma prova oficial, foi promovida pela própria marca de cigarros e realizada em Agosto de 1972
A corrida foi em Brands Hatch, aonde se tinha uma forte presença de agricultores, a Ford se aproveitando do fato resolvendo apresentar seu novo modelo: Ford 5000, fazendo uma corrida de 10 voltas, eram 12 pilotos, ou até mais, os nomes que se tem certeza que correram foram:
Read 5 tweets
4 Nov
Ontem fez 12 anos que Lewis Hamilton conquistou seu primeiro título mundial, em uma temporada cheia de reviravoltas e com um final cinematográfico. Conto a história da F1 em 2008 nessa thread:
A F1 vinha de uma temporada conturbada, Kimi Raikkonen da Ferrari era o atual campeão, em um final surpreendente. Hamilton estava 17 pontos a frente do finlandês faltando duas corridas, e ele conseguiu tirar essa diferença
A McLaren foi excluída dos construtores, após um escândalo de espionagem que envolvia a Ferrari ser revelado, o pivô da revelação foi Fernando Alonso, que estava inconformado com seu tratamento no time, pois queria preferencia.

Read 91 tweets
1 Nov
Toto Wolff sair da Mercedes seria algo complicado, ele foi fundamental na manutenção do corpo técnico, pegando pessoas da Ferrari (depois de serem demitidas) e não deixando ninguém sair para adversários fortes, como foi o caso de Aldo Costa e Lowe.
James Allison, atual DT e Lorenzo Sassi atual gerente de motores vieram da Ferrari, que por sua vez sofreu com uma má administração de Sergio Marchionne nessa questão, ele nunca devia ter se metido. Ele queria implantar uma estrutura mais horizontal.
Depois de sua morte, Camilleri mudou essa politica. As mudanças na estrutura da Ferrari já são significativas, voltando para uma estrutura mais vertical. Uma equipe de F1 precisa de estabilidade e trazer grandes nomes.
Read 7 tweets
1 Nov
Em Dezembro de 2006, Ron Dennis foi muito criticado por colocar Hamilton em um time com Fernando Alonso, várias pessoas tinham medo de que isso atrapalhasse o desenvolvimento, ou simplesmente criticavam por conta dele ser muito novo para estrear logo em um time de ponta + Image
Ele disse em sua defesa: "Lewis é o futuro. Ele terá todas as oportunidades de crescer na equipe. E ele conquistou a posição. Muito do que ele é e de quem ele é, é o resultado de sua família. Eles são responsáveis ​​por seu caráter excelente. O papel da McLaren tem sido de (+)
suporte. E isso não sou apenas eu, mas muitos de meus colegas. Acho que os entusiastas de poltronas e alguns outros que têm conversado recentemente comerão suas palavras no próximo ano. Acho que Lewis foi uma opção melhor do que muitas que tínhamos (+)
Read 6 tweets
31 Oct
Há exatos 21 anos, o universo da Indy perdia um dos seus mais promissores talentos, o canadense Greg Moore, em um acidente em Fontana. Ele tinha sofrido um acidente quando guiava uma "lambreta" no pitlane. Com a mão lesionada, ele não participou do treino classificatório +
Foi obrigado a largar na última posição do grid. O brasileiro Roberto Moreno poderia pilotar caso os médicos não liberassem Greg, mas ele acabou sendo liberado. Na 10° volta, ele estava em P15, quando seu rodou, cruzou a pista e chocou-se violentamente contra o muro. +
A pancada no muro foi dada com o carro alinhado verticalmente ao solo. Resgatado, o canadense foi colocado na maca para receber os primeiros socorros, sendo posteriormente levado ao Hospital Universitário de Loma Linda. +
Read 4 tweets
31 Oct
A morte de Roland Ratzenberger em Imola, no ano de 1994, colocou a equipe Simtek. Com uma história tenebrosa, a equipe chegou a ter a "benção" do Zé do Caixão no GP do Brasil daquele ano. Eis a história da equipe nessa thread:
A Simtek foi fundada por Nick Wirth e Max Mosley, em 1989. Max, apenas dois anos depois, se tornaria presidente da FISA. A ideia da empresa era prestar consultoria para as equipes da F1, F3000 (atual F2) e IndyCar, com preços mais acessíveis, mas com alta qualidade
Inicialmente, a sede da empresa era na casa de Wirth. Mas o crescimento foi rápido, sendo necessária uma estrutura na cidade de Banbury, no condado de Oxfordshire, Inglaterra. A estrutura contava com um moderno tunek de vento e prestou consultoria à Ligier, time de F1 na época
Read 59 tweets

Did Thread Reader help you today?

Support us! We are indie developers!


This site is made by just two indie developers on a laptop doing marketing, support and development! Read more about the story.

Become a Premium Member ($3/month or $30/year) and get exclusive features!

Become Premium

Too expensive? Make a small donation by buying us coffee ($5) or help with server cost ($10)

Donate via Paypal Become our Patreon

Thank you for your support!

Follow Us on Twitter!