Segue o fio: enquanto o Brasil está alcançando a marca de 450 mil mortos, Bolsonaro promove uma aglomeração com tantas transgressões. Isto significa um ataque intencional contra a saúde pública.
O segundo ataque é contra o Tesouro Nacional, usando recursos do contribuinte para fazer campanha eleitoral antecipada. A mobilização de segurança pública e de equipamentos como helicóptero tem custos e o objetivo da presença do presidente era reforçar a própria popularidade.
Muitos internautas perceberam e registraram — publicando fotos históricas — a semelhança com o mesmo tipo de exibição pública feita pelo presidente Mussolini, na Itália, no auge do fascismo.
Não, não é para financiar esse tipo de propaganda oficial que recolhemos nossos impostos.
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O desmatamento em abril de 2021 foi 45% maior que o desmatamento em abril de 2020. O ritmo de crescimento da devastação é assustador e materializa a estratégia do governo federal de “usar” a pandemia para “deixar passar a boiada”,
os criminosos do desmatamento ilegal entenderam o recado e aproveitaram a porteira aberta, tanto que só em abril foram desmatados da Amazônia cerca de 778 km².
Para além dos prejuízos causados aos biomas e ecossistemas, a falta de governança e do correto enfrentamento dos problemas sociais têm sido a marca da atual política ambiental; como se não bastasse, tudo isso ocorre também, na contramão dos elementos do sistema ESG que tem sido a
Quem acha que ser chamada de tartaruga é ofensivo, claramente não conhece as lições que elas podem nos ensinar.🐢Acompanhe o fio.
Os quelônios podem ser tartarugas marinhas, tartarugas de água-doce, cágados e jabutis. As tartarugas são animais incríveis e, por isso, resolvi compartilhar com vocês 6 características das tartarugas marinhas, que me ensinam coisas importantes.💚
1) São símbolo de resistência
Os dinossauros passaram, mas as tartarugas ficaram. Elas resistiram às mudanças que levaram os dinossauros à extinção.
O processo de invisibilização na esfera pública é uma das estratégias mais utilizadas para abafar a voz da mulher na política. Esse processo vai minando nossa relevância, ocultando-nos da história e da memória e, sem memória, não há identidade. Mesmo que diariamente eu fale (+)
com a imprensa, publique artigos, participe de lives e entrevistas, repetidamente, alguém passa por aqui para me chamar de “sumida” ou “a que aparece apenas de 4 em 4 anos”. Se isso fosse realmente verdade, como essas pessoas poderiam fazer esses comentários todos os dias? (+)
O Instituto Butantan divulga em vídeo o momento em que os dirigentes do Instituto recebem a notícia sobre o teste de eficácia da vacina Coronavac. Na sala, em volta da mesa, vários senhores de cabelos grisalhos ou totalmente brancos aguardam a chegada da informação.
As boas novas chegam e são realmente boas. Os presentes vibram e celebram a ciência brasileira, o trabalho de sua instituição, o desempenho conseguido. Nessas cenas há toda uma simbologia que vale a pena perceber.
Nenhum deles está disperso com seus celulares, há blocos de papel para anotação sobre a mesa. Todos usam máscara. O presidente enfatiza a história que antecede o momento. A porta se abre e um casal jovem entra na sala, a única mulher a estar presente.
Todos sabemos como as posições políticas extremadas usam as instituições democráticas para atacar, desacreditar e enfraquecer a própria democracia. O cenário nos EUA estava mais que evidente, diante dos sucessivos arroubos autoritários de Trump.
A invasão dos manifestantes pró-Trump ao Capitólio impedindo a certificação da vitória de Biden é um golpe gravíssimo na democracia norte-americana. A tradição democrática dos EUA foi fortemente atacada e violada. Esse é o perigo da ascensão de um autocrata ao poder.
Os EUA, que sempre se viram como os guardiões da democracia, inclusive fora do seu território nacional, agora se vêem diante de uma usurpação doméstica dos valores que pregaram mundo afora.
O que se espera de um réu confesso após sua condenação? Ao menos publicamente, alguma demonstração de arrependimento pelos atos que causaram danos a outros. A consciência da ultrapassagem da barreira do que é aceitável para a convivência social revela-se.
Quando isso não ocorre, estamos diante de alguém que a ciência comportamental já diagnosticou como uma pessoa que dificilmente é capaz de se ajustar ao princípio basal da sociabilidade, o respeito ao outro.
Ontem, no programa #RodaViva da TV Cultura, a audiência teve a possibilidade de se colocar em contato com um destruidor de reputações.