Era 25 de abril de 1977 quando Apolinário, 31 anos, Firmino, 38, o primo deles, Aureliano, 36, e um amigo, José Sousa, 22, resolveram sair de São Luiz, capital do Maranhão, para ir até a Ilha dos Caranguejos, na Baixada Maranhense, para coletar madeira.
Eles sempre faziam aquele trajeto e, daquela vez demoraram o dia todo para conseguir a quantidade que precisavam.
Por volta das 18 horas resolveram parar, mas tinham um problema: por conta da maré, teriam que esperar até meia noite para poder voltar.
Sem nada para fazer, os 4 homens se acomodaram no barco pequeno e dormiram, esperando acordar por volta da meia noite, mas, sem qualquer razão aparente, nenhum deles acordou na hora marcada.
Na verdade, as coisas saíram totalmente de controle.
O primeiro a acordar foi Apolinário, perto das 5 da manhã, assustado com gritos de dor de desespero.
Era seu primo, Aureliano, que estava caído em local diferente de onde deitara.
Aureliano estava grudado no chão da embarcação com horrendas queimaduras pelo corpo.
Logo depois, Apolinário ouviu os gemidos de seu irmão, Firmino, também em local distinto de onde dormira, também com queimaduras monstruosas pelo corpo todo.
Mas havia algo muito estranho na situação, pois Apolinário percebeu que, apesar das queimaduras, as roupas de ambos os homens estavam intactas, sem qualquer marca que pudesse corresponder às queimaduras.
No meio de socorrer os homens, Apolinário encontrou José, encolhido em um canto do barco, morto, com o corpo já rijo e frio.
Apolinário, o único que não estava ferido, ainda esperou 8 horas pela maré certa, até poder voltar à capital e pedir socorro.
A chegada em São Luiz foi cercada de pavor e pânico, todos assustados com aquela situação tenebrosa e sem explicação.
Mesmo tendo morrido fazia pouco tempo, não foi realizada autópsia em José, pois internamente o corpo apresentava avançado estado de decomposição.
Como não havia ferimentos, cortes ou lacerações que pudessem explicar a morte, ausência total de pistas, os peritos concluíram que o homem tinha morrido de um AVC, apesar de o rapaz ter excelente saúde e somente 22 anos.
Os feridos foram hospitalizados em estado de choque.
Firmino ficou quase um mês internado, sendo vários dias na UTI, em coma.
Ambos relataram ter visto uma grande bola de fogo no céu, que desceu até eles, machucando-os.
Depois disso, lembram de sentir um grande torpor, junto com dores terríveis.
Por fim, desmaiaram.
O alvoroço que se formou na capital maranhense foi gigante, mas havia poucas respostas disponíveis para o fato.
Os homens passaram por exames, mas não foram encontrados sinais de drogas ou bebidas em seus organismos.
Também não houve registro de raios caídos ou alterações radiológicas nas proximidades da Ilha dos Caranguejos naquela noite específica.
Jamais se descobriu o que aconteceu naquela noite, na deserta Ilha dos Caranguejos, que dilacerou as carnes de Aureliano e Firmino, que matou José...
Mas essa é só a ponta do iceberg de um dos maiores mistérios do Brasil: a Operação Prato.
Acontece que, logo após a tragédia do dia 25 de abril de 1977, diversos fatos misteriosos passaram a acontecer na região conhecida como Baixada Maranhense, justamente o local onde se localiza a Ilha dos Caranguejos.
Luzes estranhas começaram a ser avistadas em algumas localidades maranhenses, especialmente Cajapió, Guimarães, São bento, Bom Jardim, Pinheiro e Tirirical.
Era o que bastava para o clima de terror se instalar de vez.
“lavrador viu um misterioso objeto que de tão luminoso caiu do cavalo e desmaiou”
“homem foi queimado por uma tocha vinda de uma grande bola”
“viatura policial foi perseguida por um OVNI que emitiu sinais luminosos, interpretados como uma tentativa de comunicação”
Paulatinamente, vários avistamentos foram relatados pelo litoral maranhense, avançando cada vez mais ao norte, até que luzes misteriosas também foram relatadas em Viseu, cidade na fronteira entre Pará e Maranhão.
Daí, amigos, a coisa pegou fogo.
Como se fosse uma espécie de delírio coletivo, diversos casos de avistamento de luzes nos céus foram sendo relatados ao longo do litoral paraense, até a baia do Marajó, e mesmo Belém, todos com narrativas sempre muito semelhantes.
Em Viseu, as supostas luzes e raios misteriosos ~ além de um pretenso ser maligno ~ atacavam pessoas, chegando mesmo a ser capaz de sugar sangue de suas vítimas.
Notícias de jornais paraenses começam a relatar o caso, tal qual foi feito no Maranhão.
Nas localidades de Curupati, Urumajó e Itaçu, vários relatos surgiram.
Em Piria houve mesmo um avistamento coletivo, do que chamavam de “A Luz do Diabo”.
Pela primeira vez surge relato de um objeto não luminosos: um grande tambor voador, no dizer das testemunhas.
Fato é que o fenômeno foi se aproximando de forma preocupante de Belém, com avistamento nas cidades de:
Quatipuru (distante 210 km), Maracanã (164 km) e Vigia (77 km).
“Em 18 de outubro de 1977, a população do município de Vigia, [...], presenciou às 18h45min o ostensivo surgimento de objetos cruzando o céu, causadores, aparentemente, de um apagão de energia elétrica” noticiou A Província do Pará.
O caos, nesse momento, já estava instalado: a população das cidades do interior do Pará, amedrontada, abandonava suas casas em grandes caravanas buscando segurança na capital.
Quem tinha dinheiro ou parentes em Belém partiu.
Em locais mais afastados, comunidades inteiras passaram a dormir amontoadas em uma mesma casa ou igreja, buscando se proteger do fenômeno assustador, em noites de rezas e vigílias intermináveis, com homens armados nas portas.
Em alguns locais foram armadas enormes fogueiras para afastar os seres do espaço.
Pessoas andavam pelas ruas quase desertas batendo panelas, como se fogo e barulho fossem capazes de dar algum conforto ao inexplicável.
Prefeitos e autoridades das cidades atingidas pelo fenômeno começaram a exigir alguma atitude dos militares, eis que a vida normal foi bruscamente atingida pelo terror reinante.
Algo precisava ser feito, ou aquela população acabaria morrendo de medo.
Mas foi somente quando alguns poucos casos de avistamento ocorreram em Icoaraci e Mosqueiro (distritos de Belém) e Ananindeua (cidade limítrofe) que as coisas pareceram mudar.
(Inclusive, é de Ananindeua a foto icônica de uma das vítimas).
20 de outubro de 1997
Uma equipe com 3 militares (sargentos) do I COMAR sai de Belém rumo a Santo Antônio do Tauá, para realizar reconhecimento.
Carregados de equipamentos, em carro descaracterizado e sem armas, a investigação começa.
A ordem para investigar os casos partiu do brigadeiro Protásio Lopes de Oliveira, comandante do I COMAR, que, teoricamente, tinha especial interesse pelo assunto de OVNIS, e que estaria particularmente impactado com as notícias que chegavam.
Após percorrer diversas cidades, em 29 de outubro os militares se estabeleceram no município de Colares, epicentro de relatos e casos, todos relatados de forma minuciosa pela médica da localidade, Wellaide Cecim Carvalho de Oliveira.
A médica relatava crise nervosa, além de paresia, cefaleia, astenia, tonturas, tremores generalizados e, o que reputava mais importante: queimaduras de 1º grau e marcas de microperfurações
(homens, sobre o pescoço, jugular, mulheres, no seio).
Surge a figura do Chupa-Chupa.
No decorrer dos dias, a equipe aumentou: chegaram Coronel Camilo, 2 médicos da aeronáutica, tenentes-coronéis Póvoa e Almeida, e a personagem que se tornaria grande protagonista da história, o capitão Uyrangê Hollanda.
Mais tarde chegou outra equipe, com helicóptero, que pretensamente realizaria experimentos com a população para ver existia a possibilidade de confundirem luzes da aeronave com pretensas luzes misteriosas – experimento que somente comprovou a certeza da população.
Os trabalhos transcorriam da forma esperada. Relatos eram colhidos, fotos eram feitas, investigações se aprofundavam e vigílias eram feitas.
No meio disso tudo estava a população desesperada de Colares, que via nos militares a salvação.
Aqui, vale falar um pouco do Capitão Uyrangê Hollanda.
Apesar de compartilhar interesse por OVNIS com Brigadeiro Protásio, Hollanda chegou a Colares desacreditando tudo e todos.
Para ele, aquilo tudo era um grande circo, um delírio coletivo.
Ao final da 1ª Missão, que durou de 20 de outubro a 11 de novembro de 1977, surge documento intitulado "Aspecto Psico-Social e Econômico", onde há descrição de como os moradores de Colares estão sendo afetados pelos fenômenos.
O relatório, inclusive, menciona “histeria coletiva”, ocorrência de constantes procissões de moradores soltando fogos e tiros para afugentar as luzes. “sociedade local está apavorada”.
Também deixou claro o papel negativo da imprensa.
Segundo o relatório a região “(...) tem por habitantes pessoas de índice cultural, socioeconômico e sanitário dos mais baixos, aliados a crendices e formação simples, facilmente influenciados pelos meios de comunicação (...)".
Contudo, em discordância com relatório acima, outro documento RECONHECEU A PRESENÇA DOS OBJETOS LUMINOSOS, o que seria é patente, e que “estes corpos e luzes, são INTELIGENTEMENTE DIRIGIDOS”.
Trata-se do “Registro de Observações de OVNI”, que somente foi enviado ao Estado Maior da Aeronáutica em 1979, com registro de 12 avistamentos testemunhados pelos militares, 11 deles ocorridos em Colares.
Com o fim da 1ª Missão e entrega dos relatórios, seguiram relatos de avistamentos por parte de civis e de alguns militares da 1ª Missão, feitos de forma independente
Por exemplo, no dia 22 de novembro, em que membros da 1ª Missão fazem vigília noturna na Baía do Sol, em Mosqueiro, com vista para Colares onde uma série de observações de impressionantes manobras aéreas são descritas.
Por conta disso, foi ordenada uma 2ª Missão, que ocorreu entre os dias 25 de novembro e 5 de dezembro de 1977, muito mais discreta do que a 1ª.
Foi comandada, a partir do dia 29/11, pelo Capitão Hollanda que, neste ponto, já se encontra impressionado com tudo que vira.
Essa missão já contava com membro do Serviço Nacional de Informações – SNI, órgão que coordenava as atividades de informações e contrainformações no Brasil e exterior - tão grande passou a ser a investigação em curso.
Um dos relatos deixou o Capitão Hollanda absolutamente intrigado: um OVNI em forma de disco, de cerca de 30 metros de diâmetro, a cerca de 200 metros de altura, posicionado bem acima da equipe que fazia a observação.
Foi descrito assim: a parte de baixo negra com uma luz âmbar no centro.
Em seguida teria emitido lampejos de luz amarela para baixo, exatamente sobre o grupo, mudando a cor para azul, desaparecendo em seguida em alta velocidade.
Mas Hollanda somente se tornou realmente crédulo após ele mesmo avistar algo.
Ele e outros homens navegavam pelo rio Guajará-Mirim quando surgiu um “troço enorme”, com cerca de 100 metros de cumprimento, distante uns 70 metros da embarcação onde estavam.
Era uma nave azul em forma de bola de futebol americano, grande e pontuda, que teria sido fotografada e filmada pelos militares. Mais: em seu interior era possível avistar uma criatura extraterrestre.
De posse de tais provas, em meio ao medo e caos que ainda reinava na região, a 2ª Missão foi encerrada com indícios tidos como definitivos de presença de OVNIS na região de Colares, Vigia, Viseu e baia do Marajó.
Eram milhares de fotos, relatos, croquis, depoimentos, testemunhos, desenhos, recolhidos entre uma população amedrontada, por vezes com marcas de furos, choques ou queimaduras, que, por fim, foram entregues ao Brigadeiro Protásio.
O capitão Hollanda lembra bem do dia da entrega do relatório final.
Segundo ele, o documento foi entregue de forma eufórica a Protásio que, apesar de tudo, recebeu a papelada com frieza extrema.
Sem explicar nada, pediu discrição e informou que a missão estava encerrada.
Da mesma forma que os fenômenos surgiram, "sumiram".
Aos poucos os relatos de avistamento foram diminuindo, deixando de se observar de forma tão frequente, mas, mesmo assim, a movimentação em torno dos objetos não sumiu.
A FAB ainda fez algumas missões, mais curtas e com objetivos mais restritos, para investigar eventos isolados na região metropolitana de Belém, mas a ordem geral, em relação à Operação Prato, foi o silêncio.
Um relatório final deu o veredito:
histeria coletiva.
Os militares jogaram a culpa de tudo nos jornais, que teriam agido com sensacionalismo, criando pânico na população pobre e devota do local.
Mas algumas coisas não podem ser negadas:
a Operação Prato foi a maior investigação militar conduzida de forma oficial, para verificar fenômenos descritos como extraterrenos.
E teria gerado farto material.
Segundo Hollanda, a operação gerou mais de 500 fotografias, 16 horas de filmagem e mais de 2 mil páginas de relatório.
Contudo, misteriosamente, a FAB somente disponibilizou pouco mais de 1/3 dessa pretensa quantia, disponível no Arquivo Nacional.
Segundo a FAB, os números citados por Hollanda, comandante da Operação Prato, não correspondem à verdade, e todo o material produzido está à disposição do público para pesquisa.
Jamais saberemos os números corretos.
Testemunhos indicam que há sim material omitido.
Lembram que o Brigadeiro Protásio também tinha interesse no assunto OVNI?
Pois bem... por vezes ele levava parte do material obtido pela equipe para sua casa, para análise.
Segundo uma das filha de Protásio, ela teria assistido diversos filmes com o pai, incluindo a famosa filmagem do OVNI avistado por Hollanda, além de um objeto emergindo do rio Tapajós em pleno dia.
Esse material jamais foi visto fora desse círculo.
Hoje, todos os envolvidos na Operação Prato já estão mortos.
O último a morrer foi justamente Hollanda, pouco depois de uma entrevista bombástica para a revista UFO, em que abriu o verbo sobre a existência de mais material, fora os liberados pela FAB.
Era agosto de 1997.
O editor da revista UFO recebe uma ligação totalmente inesperada do agora Coronel Hollanda, reformado.
Na mesma hora, ele e sua equipe viajaram para Cabo Frio para ouvir o que o comandante da Operação Prato tinha a dizer.
Dois meses depois da entrevista, Hollanda cometeu suicídio.
Há quem diga que a morte de Hollanda foi queima de arquivo, mas é certo que ele já enfrentava problemas psiquiátricos e já tinha tentando suicídio antes.
Mais uma enorme interrogação na história.
Apesar do relatório final de histeria coletiva, é impossível negar as cicatrizes, queimaduras, perfurações, fotos, filmagens e croquis existentes.
Nem o testemunho dos militares envolvidos.
A Operação Prato é apontada por ufólogos do mundo todo como o mais intrigante caso de avistamento de OVNIS do mundo.
Os arquivos estão entre os mais pesquisados do Arquivo Nacional, apesar de serem só 6 de 753 relatórios.
E, de todas as respostas que estavam lá fora, da Operação Prato só restam muitas perguntas:
Seria um surto coletivo capaz de gerar marcas físicas e tantos relatos em território tão abrangente?
Teriam os militares envolvidos também sofrido do mesmo surto?
Por que, após tanto interesse, e tantas provas, as investigações foram encerradas de forma abrupta e fria pelo Brigadeiro Protásio?
E onde estará a maior parte do material documental da Operação, que não está disponível para pesquisa, apesar de existir, conforme Hollanda?
O mito do Chupa-Chupa se tornou forte e recorrente no interior do Pará após 1977, a população que jamais esqueceu as fogueiras, os fogos, o medo, as rezas, e tudo o mais que pudesse afastar o medo dos OVNIS da região de Colares.
Colares, inclusive, se tornou um dos maiores pontos de referência da ufologia mundial.
Após o pânico, a população local soube aproveitar a fama da cidade, que hoje tem diversos homenzinhos verdes espalhados por todos os cantos.
E, voltando ao início, à misteriosa Ilha dos Caranguejos, os fenômenos ocorridos lá, que acabaram por gerar um dos episódios mais misteriosos dessa terra, não pararam.
Em 28 de abril de 1986, nove anos após o 1º ataque, outro grupo de pescadores é atacado da mesmíssima forma inexplicável.
Novamente, um morto e outros queimados, um deles em grande parte do corpo, todos com roupas intactas.
Novamente, impossível fazer autópsia, eis que o cadáver apresentava avançado estado de decomposição interna, mesmo a morte tendo ocorrido fazia pouco.
Jamais saberemos o que aconteceu na região de Colares, muito menos que fim levou todo o material da Operação Prato.
Talvez esteja tudo escondido em um grande galpão, guardado a sete chaves, as provas de que não estamos sozinhos no universo.
Apesar de ser um marco no avistamento de OVNIS no mundo todo, a Operação Prato foi tão abafada que, mesmo hoje, fora de Pará e Maranhão, há muitas pessoas que nunca ouviram falar do caso.
Sinal de que esta história não termina com um simples
“Fim”
E é isso, meus amigos, a história que escolhi contar a vocês nessa sexta-feira 13. Deu trabalho, mais de uma semana de pesquisa, ajustes e, mesmo assim, não saiu como eu queria, rs
Espero que vocês tenham gostado. Busquem conhecimento e deem RT, faz favor, ou o ET vai te pegar.
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Na verdade, por muito tempo me achei absolutamente desprovido de qualquer tipo de coragem, amedrontado pelos cantos escuros de uma casa grande e pouco iluminada, repleta de barulhos que nunca foram bem explicados.
Acabei sendo corajoso quase sem querer, coragem baseada num pacto social silencioso e nunca escrito, por conta dos medos do meu irmão, que eram muitos.
Meu irmão era uma criança amedrontada, que desligava luzes e corria para longe do escuro como se um monstro fosse emergir das sombras e acabar com sua vida.
De noite, ir ao banheiro era medonho; beber água era medonho; buscar algo na sala era medonho.
Um dia, partiu pra cidade grande para realizar seu sonho. Começou a atuar, foi ficando famoso e acabou indicado a um grande prêmio pelo papel de um gay.
A cidade parou, claro, pra ver aquele seu filho, no auge.
Ele se chamava Cameron Drake e parecia nervoso na plateia.
Todas as tevê da cidade sintonizadas naquele momento fabuloso.
Todos os moradores esperando o momento máximo de um morador dali.
Dentre eles, Howard Brackett, que assistia à premiação ao lado de sua noiva.
Brackett, professor de literatura da cidade, tinha sido o grande influenciador da veia artística de Drake.
Por essa razão, era o mais empolgado com a possibilidade de ver o aluno brilhar daquela forma.
Até que chega o momento da premiação e Drake ganha.