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• Casos não solucionados; a thread 👀🔍
— Elisa Lam.

Elisa Lam era uma estudante canadense de 21 anos (seus pais se mudaram de Hong Kong antes do seu nascimento) que concluiu o ensino médio e antes de começar a faculdade decidiu fazer uma viagem dos sonhos para os Estados Unidos.
Ela então começou sua viagem e depois de passar por San Diego ela foi para Los Angeles e se hospedou no Cecil Hotel. Seu quarto era compartilhado com mais 2 pessoas e depois de reclamações sobre seu comportamento ‘atípico’ ela teve que se mudar para outro quarto 2 dias depois...
No dia 31 de Janeiro de 2013 seus pais resolveram acionar a policia após não obterem notícias da garota que costumava manter contato com eles todos os dias. No total foram 19 dias desaparecida, e entre esses dias foram realizadas buscas por todo hotel e região, mas nada
e nenhuma pista foi encontrada. No meio das investigações eles resolveram checar as câmeras do hotel e foi quando encontraram um vídeo bizarro de Elisa. A garota aparece nitidamente perturbada no vídeo, como se estivesse se escondendo de alguém.
ela entra no elevador, aperta vários botões e ele nem se quer se mexe. Ela então sai, fica um tempo ali fora e entra de novo, sai e gesticula como se estivesse falando com algo ou alguém... Assista:
🎥
Essa foi a última vez que ela foi vista (mesmo que por vídeo). No hotel, alguns hospedes começaram a reclamar da cor e do cheiro da água. Um funcionário foi verificar os reservatórios de água do hotel e encontrou o problema: o corpo de Elisa.
A primeira coisa que eles pensaram é que Elisa teria se suicidado (pelo fato de ser diagnosticada com depressão e bipolaridade) mas logo nas primeiras horas de investigação isso foi totalmente descartado pois não havia como ela subir no reservatório sem a ajuda de escadas (que
não foram encontradas por perto) e nem fechar a tampa pela parte de dentro, já que era muito pesada. Outra coisa que os deixou intrigados foi o fato de a porta que levava ao andar de cima ser totalmente trancada e possuir alarmes, sendo impossível de ela conseguir passar ali sem
ser pega. A outra opção eram as escadas de emergência, mas ai surgiram as duvidas: por que ela tentaria chegar a todo custo em um lugar que estava trancado? Será que ela foi forçada? De que ou quem ela estaria se escondendo?
Por que as câmeras não flagraram mais ninguém subindo naquele andar? As perguntas não têm respostas e o mistério de sua morte continua sem solução.
(Caso suspeitem que ela agia estranhamente no vídeo pelo uso de drogas: a autopsia feita no corpo de Elisa comprovou que
seu corpo estava livre de álcool e drogas.
Um fato curioso sobre o Cecil Hotel, é que ele foi palco de diversos outros assassinatos inexplicáveis e abrigou serial killers como Richard Ramirez e Johann Unterweger. Por este motivo muitas pessoas acham que o hotel
é assombrado e até hoje ele recebe visita de curiosos que se interessam pelo caso.
Outra curiosidade: Elisa tinha um blog e chegou a relatar alguns passeios antes de Los Angeles e falava também sobre depressão. O link pra quem quiser ler (em inglês): etherfields.blogspot.com .
— Lars Mittank.

Em Julho de 2013, o sumiço do jovem alemão de 28 anos, Lars Mittank, chamou a atenção das autoridades da Bulgária. Lars estava com seus amigos passando as férias na Bulgária, o lugar onde estavam é bastante frequentado por jovens da Alemanha e Inglaterra.
Entre muitos passeios eles decidiram assistir um jogo de futebol em um bar perto do hotel em que estavam hospedados. Durante o jogo os amigos de Lars relatam que ele entrou em uma discussão com um torcedor do time oposto mas que nada demais aconteceu, eles conversaram e se
resolveram... Depois de assistirem ao jogo no bar os amigos combinaram de ir ao mc donalds, mas quando chegaram lá não encontraram Lars. Eles decidiram então voltar ao hotel para ver se ele tinha voltado para lá, mas também não havia nenhum sinal dele. Apenas no dia seguinte,
um dia antes de voltarem para casa, por volta das 6 da manhã é que Lars voltou ao hotel e explicou aos amigos que quando ele estava a caminho do mc donalds ele foi parado por um grupo de estrangeiros (que poderiam ser os mesmos do bar) que bateram nele. Ele sentia um grande
incomodo no ouvido então seus amigos decidiram levar ele ao hospital. Assim que foi examinado ele soube que não poderia viajar de avião no dia seguinte pois havia rompido seu tímpano e precisaria de uma cirurgia. Lars se recusou a fazer a cirurgia ali e então o médico receitou
um remédio (cefuroxim – que misturado com álcool ou drogas pode causar várias reações) para que seu ouvido não inflamasse até ele voltar e poder realizar a cirurgia na Alemanha. Os amigos decidiram ficar com ele até que ele melhorasse mas ele insistiu para os mesmos voltarem
para casa como o planejado e ele voltaria também em alguns dias. Assim foi feito e no dia seguinte os amigos voaram de volta para Alemanha e Lars se mudou para outro hotel (bem mais simples que o outro) e assim que chegou nesse hotel ele fez uma ligação estranha para sua mãe.
Sua mãe disse que na ligação ele estava muito esquisito, meio paranoico, falava muito rápido e pedia pra ela cancelar todos os cartões de crédito dele e esconde-los. Sem dar explicações ele terminou a ligação antes mesmo da mãe poder perguntar o porque de tudo aquilo e
saiu do hotel. Um tempo depois de sair ele liga para sua mãe novamente e diz que esta com medo e que o hotel dele é esquisito, que as coisas estão estranhas e que ele precisa se esconder porque 4 homens estão atrás dele e procuravam os comprimidos que estavam com ele
(provavelmente o remédio que o médico receitou). Novamente sem dar explicações ou dizer onde está ele desliga o telefone e mais tarde nesse dia mandam uma mensagem para sua mãe perguntando o que era “CFC 500” (o remédio que ele estava tomando). Sua mãe preocupada e sem saber
o que estava acontecendo decidiu comprar uma passagem para ele voltar para casa no dia seguinte, dia 8. Lars ficou escondido até o horário do voo no dia seguinte e pegou um táxi para ir até o aeroporto. O taxista estava com outro passageiro que (depois de toda a confusão)
relatou a policia que Lars estava inquieto e com as pupilas bem dilatadas. Sabe-se também que ele ligou para a mãe enquanto ainda estava no táxi e disse que “eles não o deixariam pegar o avião e nem dirigir”, como ele não deu outras explicações e novamente desligou, sua mãe achou
que ele se referia aos médicos. Chegando no aeroporto Lars é visto pelas câmeras de segurança de camisa amarela, uma mochila e uma mala nas mãos. Ele aparentemente pede informações para uma mulher que mostra pra ele onde fica a enfermaria do aeroporto, onde ele passa
mais ou menos 45 minutos verificando o estado do ouvido dele. No depoimento do médico ele diz que em um certo momento da consulta um homem vestido com roupa de obra entrou na enfermaria também e Lars imediatamente fica estranho e agitado, se recusa a tomar qualquer remédio
e começa a gritar que não quer morrer e que precisava sair dali. Mittank realmente sai correndo do aeroporto deixando todas as suas coisas para trás e as câmeras o filmam correndo para longe e entrando em uma mata ali perto. Assista:
🎥
Essa foi a última vez que ele foi visto com vida. Seu corpo não foi encontrado e seu caso não foi resolvido até os dias de hoje. A última informação que se tem dele são de pessoas que também viram ele correndo em direção a mata.
— Brian Shaffer.

Brian era um aluno de medicina que no dia 31 de Março de 2006 decidiu ir ao bar ‘Ugly Tuna’ perto de sua faculdade com seus amigos para comemorar as férias (spring break).
As câmeras desse bar mostram Brian entrando com seus amigos por volta das 22hrs. Lá eles encontraram mais alguns amigos, dançam e se divertem e por volta de 1:55 da manhã a câmera volta a flagrar Brian fora do bar falando com 2 garotas, que mais tarde deram depoimento
dizendo que eles eram amigos e estavam se despedindo, e então Brian entra novamente no bar e as garotas se separam dele. Ele encontra 2 amigos e eles falam sobre ir pra casa e sobre como a noite foi divertida. Alguns instantes mais tarde os garotos se separam dele e recordam
de Brian ter mencionado que subiria para a área do palco... Mais tarde, quando o bar estava prestes a fechar, os amigos de Brian procuraram por ele mas não o encontraram em lugar algum. Eles pensaram que o amigo pudesse ter pego um táxi para casa ou ido embora com outros amigos.
Eles sabiam que Brian era responsável e nunca teve problemas com isso então voltaram pra casa sem se preocupar muito. No dia seguinte todos que tentaram contatar Brian não conseguiram. A namorada que tinha voltado de viagem no mesmo dia ficou preocupada e resolveu ir até o
apartamento dele e notou que estava vazio e com tudo intacto, inclusive o carro dele ainda estava na garagem. Sem saber mais o que fazer ela ligou para seu sogro, pai de Brian, e avisou sobre o que estava acontecendo.
Depois de procurarem em vão por mais um dia eles resolveram notificar a polícia, a partir dai foram feitas diversas buscas por Brian na região e eles chegaram até a olhar as câmeras de segurança do bar mas estranhamente Brian não foi visto saindo dali.
Eles checaram pessoa por pessoa diversas vezes e chegaram a conclusão de que ele realmente não saiu do bar naquela noite. Tempos depois eles acabaram ficando sem pistas e sem opções... Nenhuma das teorias da polícia (ele ter fugido/ ter sido assassinado) se encaixava na história
e o fato dele não ter aparecido saindo do bar os intrigava mais ainda.
Quando sumiu, Brian estava com viagem marcada com sua namorada para Miami na semana seguinte mas seu paradeiro não foi encontrado até os dias de hoje e seu desaparecimento permanece um mistério.
— JonBenet Ramsey.

JonBenet era americana e tinha apenas 6 anos quando foi vítima de um crime cercado de mistérios. A garotinha morava com seu pai, sua mãe e seu irmão de 9 anos no Colorado. JonBenet era conhecia por ser uma miss mirim e ter uma beleza marcante.
A mãe e tia dela também tinham sido misses, por isso quis que a filha seguisse os mesmos passos. JonBenet ganhou vários concursos e ficou muito famosa naquele meio. Ela ganhou roupas, o corte de cabelo, e maquiagem de uma mulher adulta e também foi ensinada a permanecer imóvel
em seus ensaios fotográficos. No entanto, todo o brilho da menina foi apagado no dia seguinte ao natal do ano de 1996. Por volta das 6 da manhã desse dia, sua mãe encontrou um bilhete estranho na escadaria da cozinha.
O bilhete escrito a mão era na verdade um pedido de resgate e nele estavam bem claras a instruções do sequestrador:
- sacar $100.000 dólares em notas de 100 e $18.000 em notas de 20
- deixar o dinheiro em um saco de papel marrom
- atender a ligação dele que viria no mesmo dia entre 8 e 10 da manhã para combinar com o pai sobre a entrega do dinheiro
- não avisar a polícia ou qualquer outra pessoa sobre o bilhete
Qualquer desvio das instruções resultaria na morte da menina.
O sequestrador assinou a carta como “S.B.T.C”. Curiosamente, o valor pedido no resgate era quase o valor exato que Jon, pai de JonBenet, havia recebido como um bônus do serviço no começo daquele ano, o que levou a crer que o responsável pudesse ter conhecimento sobre isso.
Ignorando tudo aquilo falado no bilhete, os pais não apenas chamaram a polícia, mas também contataram amigos, conhecidos e familiares, fazendo com que a casa ficasse cheia de pessoas preocupadas, o que acabou contaminando a cena do crime e atrapalhando as investigações.
Tudo que a polícia pode constatar nesse dia é que nenhuma porta ou janela havia sido arrombada. Jon Ramsey, pai da garotinha, providenciou o dinheiro do resgate o mais rápido possível, no entanto, ninguém apareceu para receber a quantia e não houve mais nenhuma tentativa
de contato com a família. Segundo algumas fontes, o bilhete havia sido escrito em um bloco de notas da família utilizando uma caneta que estava no local. O fato causou estranhamento já que não é comum que criminosos parem para escrever bilhetes ainda no local do crime...
Após algumas horas aflitas e sem quaisquer notícias da filha, a família começou a investigar todos os cantos da casa a procura de mais alguma pista. Um tempo depois o corpo da menina foi encontrado no porão da casa pelo seu pai.
Ela estava com uma corda de nylon envolta do seu pescoço, os pulsos amarrados em cima da sua cabeça e uma fita cobrindo sua boca. Na hora do desespero seu pai não pensou duas vezes antes de mover seu corpo para outro cômodo da casa, antes de avisar os policiais,
o que contaminou mais uma vez a cena do crime. A causa oficial da morte de JonBenet foi asfixia por estrangulamento associado com traumatismo craniano. Seu corpo também apresentava sinais de abuso sexual e um DNA masculino foi encontrado em suas roupas.
Os principais suspeitos eram seus pais e seu irmão (que demonstrava indiferença pela morte de sua irmã), e as autoridades concentraram as investigações apenas neles. Tempos depois a policia foi acusada de negligencia por não ter isolado o local assim que souberam do crime e por
não terem dado atenção as denuncias da família sobre o possível sequestrador.
Os pais da vítima abriram um processo contra os policiais e em 2008 foram inocentados após o resultado do exame de DNA que foi realizado nos fluidos corporais encontrados nas roupas da menina
mostraram-se pertencer a um desconhecido. Algumas pessoas acusam o pai de abusar e matar a menina, outros dizem que a mãe prostituía a garota e essa foi a causa de sua morte e alguns acreditam que seu irmão a matou em uma crise de ciúmes.
Há também quem acredite que JonBenet é na verdade Katy Perry devido a semelhança entre elas... Esse caso está cercado de teorias mas a única coisa de que se tem certeza é que o mistério envolvendo sua morte ainda permanece, mesmo depois de décadas.
— Elizabeth Short.

Elizabeth tinha 22 anos, a pele clara, olhos de um azul profundo, os cabelos castanhos e encaracolados. Vestida de preto e com uma Dália Negra presa aos cachos, ela passeava por Hollywood Boulevard de forma sedutora.
Tão encantadoramente sedutora que foi capaz de atrair a própria morte. Essa foi uma das formas como Elizabeth Short foi descrita pelos jornais locais na época de sua morte. Uma aventureira que buscava a fama... Sua família perdeu tudo durante a Grande Depressão de 1929,
o que levou o pai a desaparecer do mapa. Mais tarde ela descobriria que ele estava morando na Califórnia e mudou-se para lá. Aos 19 anos foi presa por oferecer bebida alcoólica a um menor e foi graças a esse pequeno delito que, alguns anos depois, seu corpo pôde ser identificado
através da sua digital registrada na polícia...
Não se sabe muito sobre a vida amorosa de Elizabeth, mas existe um curioso relato de que ela teria se apaixonado por um oficial das Forças Armadas. Os dois estavam em um relacionamento à distância, mas tinham planos de casar assim
que ele retornasse de uma missão na Índia. Infelizmente, o casamento nunca pode acontecer. O Major Matthew M. Gordon Jr. morreu em um fatídico acidente de avião pouco antes de retornar. Sem muita sorte no amor, ela decidiu investir na carreira de atriz.
Mas, entre seu sonho de ser famosa e a morte, foi traçado um caminho bem curto. Elizabeth chegou a Hollywood com apenas 22 anos e estava determinada a atuar. Porém, sem nenhum grande talento, acabou apenas fazendo pequenos testes e filmes de baixa qualidade.
Em 15 de janeiro de 1947 o sonho da jovem foi literalmente despedaçado. Na manhã desse dia, uma mulher que passeava com a filha de 3 anos encontrou um corpo esquartejado em um terreno baldio em Parque Leimert, distrito de Los Angeles.
Era Elizabeth Short, que nos meses seguintes passaria a ser conhecida como Dália Negra (o apelido Dália Negra foi dado por alguns repórteres que cobriram o assassinato na época).
Seu corpo foi encontrado com lacerações profundas em várias partes, marcas de espancamento no rosto e na cabeça e a boca com uma incisão extensa que ia de um canto ao outro da face.
Seu tronco também foi completamente cortado por uma incisão, expondo o intestino, os órgãos do abdômen e lacerando os intestinos e os rins. Havia ainda lacerações no quadril, além de um pedaço irregular de carne que foi removido da coxa esquerda. Um pedaço de tecido foi cortado
da mama direita e, no ânus, foi inserido um objeto estranho. Além de tudo isso, o sangue foi completamente drenado de seu corpo. A mídia teve um papel muito peculiar na investigação: muitos repórteres chegaram ao local do crime antes da polícia e botaram tudo a perder,
atropelando evidências e ocultando informações. A investigação policial apontou que a garota passou seus últimos seis meses na zona sul da cidade, mas nunca conseguiu descobrir exatamente como nem quando foi capturada (estima-se que tenha sido entre 9 e 15 de janeiro).
O cadáver foi encontrado em 15 de janeiro e, apesar da atenção massiva da mídia e de uma investigação com auxílio de autoridades federais, o responsável nunca foi descoberto ou capturado. De evidências materiais concretas, a perícia achou somente uma trilha de pneus saindo
do local de desova e pegadas de botas nas imediações. A profundidade das marcas na região do calcanhar indicava que alguém pudesse ter carregado o corpo. Um saco de cimento vazio com sangue aguado dentro foi encontrado a alguns metros do cadáver. Nenhuma dessas evidências
levou a um suspeito e a falta de tecnologia forense na época também não ajudou. A história, porém, ganhou o mundo, ficcionalizada em romances, filmes e até games. Elizabeth Short apareceu, por exemplo, como personagem na primeira temporada de American Horror Story.
Em janeiro de 1947, um homem ligou para o jornal Los Angeles Examiner se intitulando como o “Vingador de Dália”, ou seja, o assassino. Ele chegou a enviar coisas de Short para o jornal e a escrever cartas com letras recortadas de revistas, mas no final, não existia nenhuma prova
contundente que levasse a um desfecho. O grande sensacionalismo com que o caso foi tratado pela mídia atrapalhou de fato o rumo das investigações, já que a polícia recebia inúmeras denúncias falsas. Mais de 50 homens e mulheres teriam confessado a autoria do crime.
Nesse meio tempo, muitas especulações foram levantadas, principalmente sobre o estilo de vida da jovem. Tanto a polícia quanto os jornais queriam encontrar uma motivação e um culpado mas amigos e familiares sempre trataram de mostrar que Elizabeth era uma boa moça e que
não tinha nada que pudesse denegrir sua imagem. O caso Dália Negra teve vários suspeitos, mas nenhum deles foi preso ou formalmente acusado. Toda a especulação e o espalhafato da imprensa serviram apenas para criar um mito e um mistério sem solução em torno da história.
Recentemente, mais de 70 anos depois da morte de Elizabeth, a pesquisadora Piu Eatwell aponta o assassino de Elizabeth no livro “Black Dahlia, Red Rose”. Quem quiser saber mais sobre a teoria dela acesse esse link: literaturapolicial.com/2017/10/26/__t…
Um curioso fato sobre esse assassinato é que Elizabeth foi vista pela última vez onde??? Isso mesmo, no Cecil Hotel, o mesmo que apareceu na primeira história aqui da thread (onde Elisa Lam foi encontrada morta).
— Madeleine McCann.

Madeleine Beth McCann era a filha mais velha de Kate McCann, antiga médica anestesista e Gerry McCann, cardiologista no Hospital Glenfield em Leicester. Madeleine tem dois irmãos gêmeos, Sean e Amelie, e vivia com a sua família em Rothley, na Inglaterra.
Em 2007 a família McCann decidiu deixar a Inglaterra para passar férias em Portugal, em uma praia frequentada por muitos britânicos (praia da luz). Com três crianças pequenas, os McCann ficaram hospedados no resort Ocean Club.
Na noite do dia 3 de maio os pais de Madeleine deixaram ela e os irmãos dormindo no quarto de hotel e saíram em torno de 20:30 para jantar com amigos no Tapas bar do Ocean Club.
Os filhos dos amigos do casal também ficaram em seus quartos dormindo e então eles resolveram fazer um esquema para que todos se revezassem e fossem olhar as crianças aproximadamente de 30 em 30 minutos.
Em torno de 21hrs Gerry McCann verificou que as crianças se encontravam bem. Um amigo verificou perto de 21h30 e cerca das 22hrs foi a vez de Kate McCann verificar. Ela foi até o local e encontrou a cama de Madeleine vazia e uma janela das janelas abertas. Ela pediu ajuda,
a policia chegou mas no meio de tanta confusão e buscas, nenhuma pista (verdadeira) foi encontrada. As buscas incansáveis foram feitas até as 04:30 da manhã daquele dia. Nos meses que se passaram a polícia continuava investigando o caso, criando teorias e interrogando diversos
suspeitos. No final de 2007 as investigações passaram a seguir dois ramos distintos: enquanto a polícia portuguesa analisa evidências contra o casal McCann, estes, injuriados por serem considerados suspeitos, contrataram um detetive particular que disse ter contatos importantes
que ajudariam a encontrar Madeleine. Os pais de Maddie chegaram a fazer um site chamado “encontre Madeleine” (findmadeleine.com/home.html) em busca de qualquer informação sobre a menina.
O site até os dias de hoje ainda é atualizado e eles dizem que não perderam as esperanças de encontrar a filha. O casal foi retirado da lista de suspeitos por falta de prova. O detetive que a família contratou foi encontrado morto anos depois em seu apartamento.
Foram gastos mais de 11 milhões de libras na investigação policial que até hoje não conseguiu descobrir o que aconteceu com a garotinha. Esse caso também não foi solucionado e permanece cheio de mistérios e teorias.
TEORIA 1: Gonçalo Amaral, o primeiro detetive do caso, acreditava que Madeleine havia morrido no quarto alugado pela família e que seus pais ocultaram sua morte e desapareceram com o corpo. A suspeita se deu pelos cães farejadores usados no caso...
Os animais, que eram treinados para detectar corpos e cheiro de sangue, reagiram no quarto em que Madeleine desapareceu e no carro alugado pela família. O diário de Kate revela que ela achava Maddie uma criança que “consumia suas forças”.
Na teoria da culpa dos pais, ela e o marido teriam dado um tranquilizante à filha para jantarem sossegados (esse foi o único dia em que o casal dispensou o serviço gratuito de babá do resort).
A dose do tranquilizante teria sido excessiva e Madeleine teria morrido após ser drogada. O casal tomaria então uma atitude desesperada: eles teriam posto o cadáver da filha num carro e levado o corpo a cerca de 30 metros do resort, deixando-a em um matagal.
25 dias depois o casal teria alugado um carro, recuperado o cadáver e o despachado de vez em alguma região do Algarve ou no mar. Ao investigar um carro de fato alugado pelos McCann após o crime, a polícia achou fluidos corporais no porta-malas. Essa pista e os fluidos do carro
foram analisados. De 19 marcadores de DNA, 15 mostraram-se compatíveis com o DNA de Madeleine – os outros quatro estavam degradados demais. Tais testes eram os principais indícios contra os pais.
Em julho de 2008, as autoridades portuguesas concluíram que não havia evidências de que os McCann haviam sido responsáveis pelo desaparecimento e fecharam o caso.
É importante lembrar que os pais de Madeleine sempre negaram ter participado do desaparecimento de sua filha e nenhum indício de suspeita foi encontrado na investigação britânica.
TEORIA 2: Outra teoria explica que Madeleine pode ter acordado durante um assalto ao quarto em que os McCann estavam hospedados e então teria surpreendido o ladrão, que ao entrar em pânico a atacou e decidiu levá-la (viva ou morta).
A polícia britânica interrogou quatro suspeitos locais em 2014, que de acordo com a localização dos seus celulares, estavam próximos a Madeleine no dia do desaparecimento. Tempos depois eles foram descartados pela polícia.
TEORIA 3: Essa teoria suspeita que Madeleine foi vítima de um pedófilo que a sequestrou e depois a matou, ocultando seu corpo possivelmente no mar. Dias antes do crime, testemunhas relataram ver vários homens suspeitos olhando o apartamento dos McCann.
Esta teoria foi levada em conta pelos detetives portugueses que reabriram a sua investigação em 2011 depois de estudarem uma série de ataques a estâncias turísticas ao longo da costa em 2007.
Um homem tinha entrado em quartos de turistas britânicos, principalmente os que haviam meninas dormindo. Investigadores portugueses acreditavam que o ex-garçom do resort era o responsável por esses ataques.
O suspeito Euclides Monteiro morreu em um acidente de trator em 2009 e ele foi descartado do caso McCann por não ter evidências do seu DNA no local do desaparecimento (mas isso significa que um predador ou predadores ainda estavam à solta quando Madeleine sumiu).
TEORIA 4: O tráfico de menores pode ser a explicação mais lógica para o desaparecimento de uma criança. Segundo essa teoria, Madeleine havia sido sequestrada por uma gangue, levada para o exterior para ser vendida.
De acordo com o Sky News, em aproximadamente 90 minutos ela poderia ter sido levada para a fronteira espanhola ou embarcado em algum navio. Foi uma teoria antiga explorada pelos investigadores portugueses depois de um relato de que Madeleine havia sido fotografada
na praia por um estranho, o que indicaria um processo de seleção. Várias testemunhas relataram possíveis aparições de Madeleine em Marrocos, um país na rota de tráfego para a Mauritânia.
Os pais da menina inclusive foram até Marrocos pedir ajuda nas investigações poucas semanas após o desaparecimento mas pistas nunca foram encontradas.
Em qual teoria vocês acreditam/acham mais provável de ter acontecido?
— Dama tóxica.

“Dama Tóxica" é o apelido pelo qual ficou conhecida Gloria Ramirez, uma dona de casa cuja morte acarretou uma serie de problemas de saúde na equipe medica que cuidou de seu caso.
Gloria era uma dona de casa comum que morava nos Estados Unidos, tinha 2 filhos e trabalhava em uma escola primária. Por volta de 20:15h do dia 19 de Fevereiro de 1994, Gloria foi levada por paramédicos para a emergência do Hospital Geral Riverside,
devido aos efeitos de um avançado câncer no colo do útero. Gloria estava extremamente confusa e além de estar com um quadro de taquicardia, sua respiração estava lenta e decrescente. Os médicos injetaram diazepam, midazolam e lorazepam para sedá-la.
Como a paciente estava respondendo mal ao tratamento, tentaram desfibrilar seu coração. Nesse momento a equipe viu um brilho oleoso cobrindo o corpo dela e sentiram um cheiro forte de alho exalando de seu rosto.
Uma enfermeira da equipe, Susan Kane, que tirava sangue do braço de Gloria, notou que um cheiro de amônia exalava do tubo. Ela passou a seringa para Julie Gorchynski, médica residente, que viu partículas amareladas flutuando no sangue que estava na seringa.
Em seguida a enfermeira Susan desmaiou e foi removida da sala. Pouco depois, a médica Julie começou a sentir náuseas, tonturas e também deixou a sala. Um membro da equipe perguntou se ela estava bem, mas antes que pudesse responder, ela também desmaiou.
Maureen Welch, um terapeuta que estava ajudando na sala foi o terceiro a passar mal e sair dali. A equipe então entrou em alerta e pediu para que todos os pacientes da ala de emergência fossem levados para o estacionamento, na parte de fora do hospital.
No total, 23 pessoas adoeceram, 5 foram hospitalizadas e uma equipe reduzida ficou para traz cuidando de Gloria. 45 minutos após dar entrada na emergência ela foi declarada morta por insuficiência renal relacionada ao câncer.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos da Califórnia colocou dois cientistas, Ana Maria Osorio e Kirsten Waller, no caso. Eles entrevistaram 34 funcionários que trabalhavam na ala de emergência do hospital em 19 de fevereiro e usando um questionário padronizado eles
descobriram que as pessoas que haviam desenvolvido sintomas graves, tais como perda de consciência, falta de ar e espasmos musculares, tinham algumas coisas em comum: estavam perto de Gloria ou entraram em contato com seu corpo.
Apesar disso, outros fatores que se correlacionaram com os sintomas severos não pareciam ter relação com a fumaça liberada pelo corpo de Gloria. A pesquisa constatou que todos eles tinham exames de sangue normais após a exposição e então os investigadores passaram a acreditar
que os funcionários do hospital tiveram uma crise de histeria em massa. (histeria em massa é um distúrbio psicológico em que um grupo de pessoas passa a ter, ao mesmo tempo, um comportamento estranho ou adoecer sem uma causa aparente.
(A doença faz a galera ficar mais ansiosa e perder o controle sobre atos e emoções, além de turbinar todos os sentidos. Mesmo que tudo isso seja coisa da cabeça, os “histéricos” chegam a apresentar sintomas como náusea, tontura, fraqueza, desmaio e falta de ar).
A médica Julie Gorchynski negou ter sido afetada por histeria em massa e usou seu próprio histórico médico como prova. Após a exposição, ela passou duas semanas na unidade de cuidados intensivos com problemas respiratórios.
Ela também desenvolveu hepatite e necrose avascular em seus joelhos. Ansiosas para esclarecerem a história e ganhar seus processos contra o hospital e a investigação policial, ela e a enfermeira Susan Kane contataram o Laboratório Nacional Lawrence Livermore para investigar.
O laboratório após diversas pesquisas postulou que Gloria poderia ter usado dimetilsulfóxido (DMSO), um solvente utilizado como remédio caseiro para a dor. Trata-se de um gel que é colocado sobre a pele, o que explica o odor que os médicos sentiram e a substância
oleosa no tórax da paciente. A teoria dos médicos é que a substância se acumulou no organismo por causa da obstrução renal (devido ao câncer) e se converteu em dimetil sulfona (DMSO2) após darem oxigênio à mulher.
Em seguida, as descargas elétricas da desfibrilação acabaram transformando a substância em sulfato de dimetilo (DMSO4), um gás venenoso e potente. Os efeitos da exposição a esse gás correspondem aos sintomas apresentados pelos médicos afetados.
Esta é a explicação mais científica até hoje (apesar de não explicar tudo) e além desta teoria, nenhuma explicação credível jamais foi oferecida para o estranho caso de Gloria Ramirez.
— Voo MH370.

Na madrugada de 8 de março de 2014, a aeronave (Boeing 777) da companhia Malaysia Airlines, que levava 227 passageiros e 12 tripulantes, desapareceu dos radares após aproximadamente uma hora de voo enquanto sobrevoava o Golfo da Tailândia, no Mar da China.
Até o instante do desaparecimento dos monitores de radar, a tripulação não havia relatado nenhuma anomalia com o voo. O sistema ACARS do avião também não enviou mensagens por satélite, o que deveria ocorrer automaticamente no caso de alguma falha.
Em 24 de março de 2014, o governo malaio comunicou oficialmente que o voo caiu no mar no Oceano Índico sem deixar sobreviventes.
A parte mais estranha desse caso é que após anos de busca e milhões de dólares investidos na pesquisa, os destroços da aeronave e
os restos mortais das pessoas nunca foram encontrados.
O relatório final sobre o desaparecimento do voo e classificou como “quase inconcebível” e “socialmente inaceitável na aviação moderna” o sumiço da aeronave.
A única teoria que se têm é que o piloto usou o voo para se suicidar e com ele levou mais 238 pessoas. Apesar da teoria, o fato da nave e dos corpos nunca terem sido encontrados permanece um mistério.
Muitos dizem que o avião desapareceu no Triangulo das Bermudas que é localizado no Atlântico e “famoso” pelo desaparecimento de aviões e embarcações.
— O caso das máscaras de chumbo.

Há mais de 50 anos, um caso inusitado intrigou a polícia do estado do Rio de Janeiro. No final da manhã do dia 20 de agosto de 1966, um garoto subiu o Morro do Vintém para soltar pipa quando se deparou com dois cadáveres em meio à vegetação.
O rapazinho prontamente informou às autoridades locais, que em minutos já estavam verificando o local do ocorrido. Ao chegar à cena, os policiais identificaram os corpos de Manoel Pereira da Cruz e Miguel José Viana,
juntamente de um caderno de anotações, alguns bilhetes, uma garrafa de água vazia, duas toalhas e outros apetrechos menos importantes. Mas o que mexeu com a curiosidade dos policiais é que as duas vítimas estavam trajando capas impermeáveis (possivelmente de chuva) e
estranhíssimas máscaras de chumbo (no geral utilizadas para proteger os olhos dos efeitos da radiação). Ao restituir a trajetória da dupla, a polícia descobriu que eles eram técnicos em eletrônica, com uma paixão fora do comum por alienígenas e outros ritos sobrenaturais.
Os dois haviam partido no último dia 17, de Campos (no Rio de Janeiro), levando uma grande soma em dinheiro para comprar um carro novo e suprimentos para o trabalho. Apesar da descoberta, os policiais não encontraram dinheiro algum com os corpos e o conteúdo
das anotações dos rapazes aumenta ainda mais o mistério. Mesmo os bilhetes estando codificados, as autoridades os desvendaram e encontraram as seguintes mensagens: “16:30 estar no local determinado” e “18:30 ingerir cápsulas, após efeito proteger metais aguardar sinal máscara”.
Logo, podemos concluir que os rapazes estavam seguindo algum tipo de instrução para encontrar alguém ou “alguma coisa” no Morro do Vintém. Mas a maior perplexidade da história fica por conta da falta de uma causa da morte dos rapazes.
A perícia da polícia não encontrou marcas nos corpos (que indicaria um caso de assassinato), a análise toxicológica e a autópsia não conseguiram identificar nenhuma substância que pudesse ter atentado contra a vida da dupla.
Desde então, ninguém conseguiu saber ao certo o que eram aquelas cápsulas, nem quem as forneceu e tampouco quem as manipulou. Para acrescentar mais mistério à história, no dia 17 de agosto, data da morte dos dois homens, ocorreram vários relatos de avistamentos de
uma luz muito forte, em formato circular, nas proximidades do Morro do Vintém.
Passados quase 52 anos, a misteriosa morte dos dois amigos eletrotécnicos (ou o caso das máscaras de chumbo) ainda permanece um enigma longe de ser resolvido.
— Gêmeas Pollock: um caso de reencarnação.

Era dia 5 de maio de 1957, em Whitley-Bay, no Reino Unido.
Como todos os domingos, as famílias locais se dirigiam apressadas à igreja, para celebrar a missa.
As duas pequenas filhas de John e Florence Pollock, Joanna e Jacqueline, de 11 e seis anos, respectivamente, foram antes de seus pais para garantir um lugar.
Quando dobravam uma esquina, juntamente com um amiguinho, um carro desenfreado os atropelou, matando-os instantaneamente. Seus corpos ficaram completamente destruídos, segundo seus pais.
O casal obviamente ficou arrasado pela tragédia, e então, um ano depois da morte de suas filhas, Florence deu à luz novamente. Para espanto de todos, novamente nasciam duas meninas, só que dessa vez, gêmeas.
Gillian e Jennifer nasceram em 4 de outubro de 1958. Elas eram gêmeas idênticas, com exceção de algumas marcas de nascença. Jennifer tinha uma cicatriz em sua testa e outra em sua cintura.
Um fato curioso é que Jacqueline, uma das irmãs falecidas, também tinha marcas de nascença nos mesmos lugares do corpo.

Quando as pequenas começaram a falar, com um pouco mais de três anos de idade, seus pais notaram que algo muito estranho estava acontecendo.
Suas filhas começaram a pedir brinquedos que não eram delas, mas sim pertencentes às irmãs falecidas. Elas também mencionavam fatos ocorridos na vida da família quando elas ainda nem eram nascidas.
Certo dia, o casal resolveu as levar para visitar o local onde eles viviam quando as falecidas filhas ainda estavam vivas, notando que até aquele momento as gêmeas ainda não tinham conhecimento algum acerca de suas falecidas irmãs.
Surpreendentemente, as duas meninas pareciam já conhecer aquele local mesmo sem nunca terem estado lá. Elas mostravam conhecer com perfeição cada canto da casa e as pessoas da cidade. Elas também praticavam hábitos e costumes idênticos aos de suas irmãs.
O casal também chegou a recuperar algumas bonecas que pertenciam às falecidas e deram para as gêmeas, e elas até mesmo deram nomes às bonecas, e adivinhem? Elas nomearam as bonecas com os mesmos nomes que as falecidas irmãs haviam escolhido.
Houve uma vez em que seus pais as ouviram falar do acidente, descrevendo sensações e a lembrança do quão ruim era o sangue saindo de suas bocas e olhos. O mais estranho é que seus pais nunca tinham mencionado a causa e muito menos a forma da morte de suas falecidas irmãs.
Além disso, elas começaram a demonstrar fobia por veículos que passavam pela rua.

Estranhamente, aos 5 anos, idade em que os cientistas coincidem em apontar um limiar para a recordação de vidas passadas, as pequenas deixaram de experimentar esses comportamentos estranhos.
A análise do caso foi publicada e examinada em dois livros:
Bernett MD, William. “Children Who Remember Previous Lives: A Question of Reincarnation (2002): 1022-02 e Stevenson, Ian. Children who remember previous lives a question of reincarnation, 1987.
TEORIAS: Embora o caso seja realmente intrigante, principalmente por conta da marca de nascença compatível com as marcas físicas da irmã falecida, nem todos consideram este um caso legítimo de reencarnação.
Há diversas justificativas para colocar em xeque a pesquisa de Ian Stevenson, a começar pela questão da natureza do ocorrido.

Irmãs falecidas num acidente trágico são um fato que é devastador para os pais.
Isso pode desencadear diversos mecanismos de negação,
e a crença na reencarnação das filhas perdidas seria um mecanismo óbvio de se agarrar à memória delas.

Em todo caso, não há ceticismo no mundo que consiga contradizer o fato de que é bem curioso a mãe ter conseguido uma gravidez de gêmeas idênticas logo depois.
Assim, teríamos que colocar nossa fichas em algo que os céticos não gostam muito, mas admitem que acontece: a sorte/coincidência.

O fato de engravidar de meninas teria funcionado como um catalizador do desejo de dar a luz novamente às filhas mortas,
e trazê-las de volta do mundo dos mortos. É algo que faz sentido do ponto de vista psicanalítico. O próprio Stevenson desconfia bastante disso no início de sua análise.

O conhecimento de fatos que elas não tinham como saber é algo complexo neste caso, porque são
situações anedóticas, que não podem ser efetivamente comprovadas sem ser no depoimento dos pais das meninas, que são os principais interessados em que as filhas gêmeas sejam uma “segunda chance” de Deus para suas primeiras filhas.
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