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O sexo anal sem preservativo (bareback) continua sendo o de maior risco para transmissão de HIV e ISTs. Mas se você deseja fazer, saiba que é possível minimizá-los com a prevenção combinada.
Leia com atenção as 10 dicas que preparei com carinho e muita ciência.
❤️‍🩹
Pensei muito antes de fazer este post. Porque como meu alcance tá cada vez maior sempre aparecem uns desaplaudidos vindo polemizar sem entender o tipo de trabalho que faço há 7 anos.
Muito da ‘demonização’ do sexo anal sem preservativo vem do estigma que a Aids trouxe e
ainda traz, junto da LGBTfobia. Mas agora com 40 anos de pandemia e muita ciência produzida com seriedade, podemos rever alguns discursos e tentar individualizar o cuidado, em vez de generalizar.

Por que só o sexo sem preservativo praticado por gays e travestis choca tanto?
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Se você faz uso de PrEP sob demanda (que ainda não está no PCDT do SUS, mas sim: funciona)

Tente tomar com comida (pão, arroz, macarrão), porque 2 comprimidos de uma vez às vezes dá náusea 🌀

Precisa esperar duas horas pro efeito. Então dance muito, beije, antes de macetar. 🔥
Válido apenas para homens gay cis (sexo anal e oral).
Não esqueça das doses de 24 e 48h após.

Combine o preservativo para evitar as demais IST’s.
Se não tem prep sob demanda no SUS, lutemos pra ter! Temos apenas a diária. O comprimido é o mesmo. Muda o jeito de tomar. Tome APENAS como seu infectologista orientou.

O Carnaval atrasou, mas chegou:
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Etiqueta no sexo oral:

Avisar quando vai gozar.

Esperma na boca não é fetiche de geral e pode trazer riscos.
Respeitar o corpo alheio sempre.
Sexo oral é muito bom, mas chega a hora em que a decisão deve ser tomada: cuspir ou engolir, isso se você quiser que sua parceria goze na sua boca, claro. Sempre com autorização.
O sexo oral não costuma ser de alto risco quando se trata de transmissão do HIV porque o revestimento da boca é mais espesso e a saliva também contém propriedades protetoras.
Mas o risco aumenta se houver ejaculação, carga viral alta, presença de úlceras,
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Quanto tempo tomando PrEP para estar protegido do HIV nas relações:

1) Sexo Anal e Oral: 7 dias
2) Sexo Vaginal: 21 dias
3) PrEP sob demanda (apenas gays cis, sem protocolo no SUS): pelo menos 2h antes do sexo.

Sempre consulte seu infectologista. ❤️‍🩹
Já vi muita gente fazer besteira por achar que não precisava de acompanhamento profissional.
Não inventem esquemas da própria cabeça, correndo riscos desnecessários.

Teste-se. Teste-se. Teste-se sempre.
O risco de se infectar com HIV, embora mínimo, existe, por isso só com testagens evitamos piores desfechos.
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Pênis com pênis também é sexo.

Porque envolve toque, intimidade e prazer.

Já passou da época que sexo era sinônimo de apenas algo saindo ou entrando. Somos possibilidades, não apenas buracos a serem preenchidos.

Vamo falar sobre frottage e suas prevenções. ❤️‍🩹🍆🍆
Vocês conhecem o frottage?

Essa modalidade de sexo consiste em se esfregar os pênis (corpo, glande, meato uretral) para se obter prazer. E é muito popularizada entre a população LGBT+. Também conhecido como guerra-de-espadas. Mulheres com pênis também praticam! 😍 🏳️‍⚧️
A palavra frottage vem do verbo francês ‘frotter’ que significa esfregar. É mais uma das incríveis variedades de sexo que não envolvem penetração. Inclusive houve movimentos na década de 80, durante o auge da pandemia de Aids, que pregavam a realização apenas
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Pra você,

camisinha tem negociação?

O que você discute antes do sexo que faz você cogitar utilizá-la ou não?

Falar sobre prevenção deveria ser uma estratégia de sedução, não desestimulante. ❤️‍🩹
Por que as pessoas ainda têm tanta dificuldade em falar sobre prevenção?

Sobre cuidado?

Sobre limites?

Existe uma estratégia de prevenção chamada #Serosorting, muito utilizada nos EUA e na Europa, que - ao pé da letra - significa a escolha de
parceires pelo seu status sorológico.

Mas não é sair escancaradamente perguntando se a pessoa vive com HIV ou não, e rejeitá-la por isso. Isso se chama sorofobia. E isso a sociedade hipocritamente já faz aos montes.
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Mesmo que o sexo dure 3 min ele pode sim trazer consequências para toda uma vida.

Entender que genitais pertencem a corpos e corpos pertencem a indivíduos, transforma a maneira como enxergamos a sexualidade.

Não que tudo precise ser tão sério.

Mas pessoas não são descartáveis.
Teoricamente, não existe sexo seguro, no que concerne às ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), pois sempre há um risco inerente de algo acontecer. Na medicina, optamos por falar então de sexo protegido.
Mas será que sexo é apenas isto? Cercar-se de todas as formas para evitar ISTs, gestações não planejadas e aproveitar alguns minutos de prazer?

Eu, particularmente, acredito no sexo consciente e sem culpa, no sexo transparente e corresponsável. Que dê o
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Neste dia da #ParadaSP ao vivo, com o importante tema sobre HIV/Aids, quero que estes 10 fatos cheguem ao maior número de pessoas possível. Por isso peço, encarecidamente, que me ajudem nesta missão.

@paradasp #Pride2021 #pelofimdaAids
1. A Aids já tem 40 anos de história mas ainda tem gente achando que não é ‘problema seu’. Mas o HIV pode acontecer com todos nós. Não há grupos de risco. Há crianças, adultos e idosos. Solteiros e casados. Gays e héteros. Cis e trans.
Todos nós podemos nos infectar.
Porém pessoas com menos acessos ao serviços de saúde e que sofrem mais preconceito (mulheres, gays, negros,as travestis) morrem mais.
A principal forma de transmissão é através do sexo desprotegido (sem camisinha, sem PrEP ou quando a pessoa ainda não faz tratamento).
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100K no Facebook
100K no Instagram
21K no Twitter
10K no YouTube
>>>>>> duzentos e trinta milney 😱
Números são interessantes, mas nem sempre significam relevância e impacto social.
Mas, muito felizmente, o Doutor Maravilha tem os dois. E eu fico emocionado por isso. 😍
Prêmio destaque categoria saúde #APOGLBT 2018
Mais de 80 eventos pelo país 🇧🇷 🙏💛🕉️
Algumas dezenas de Lives e Congressos Online na pandemia! 🤣
Colaborador do Canal @CanalPoenaRoda com o querido @hmcpedro #GaysAnatomy
E membro da equipe mais maravilhosa do mundo @ psic_du @ naamarubetpsi @ giovanameinberg
@ marinamf @ ribasethel @ viniom @ pierrefreitaz @ psicologasinaram @ wandsonpadilha @ ruycerqueira @ mapmanfre @ dr_viniciusmello e a nova mamãe @ mairavalerio
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5 minutes until our #WomensRightsInHealthcare webinar for #LGBTHealth. Join us here for live updates and snippets direct from the event. Image
And we're live! First, we hear from @philippawheeler for a brief introduction and housekeeping, who introduces @LizBarkerLords Image
Baroness Barker begins our webinar highlighting what can be done at leadership level in the #NHS to address LGBT inequalities in healthcare, beginning with visibility. Image
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Será que para ter saúde após um diagnóstico de HIV/Aids é só ter acesso à medicação?

O que pode ser feito para uma abordagem mais integral desta população?

Com a incrível psicóloga Giovana Meinberg da #EquipeMaravilha Image
Se você vive com HIV, adere ao tratamento, realiza todos os exames, vai às consultas, consegue manter um “estilo de vida saudável": você está fazendo muito, dentro do que você é possível e tem de disponível tecnologicamente falando para cuidar da saúde.
Ainda assim, é comum (e esperado) adoecer por outros motivos, ficar gripado, ter constipação intestinal, ou diarreia, por exemplo. Isso porque estamos susceptíveis à vida e às interações com outras pessoas e ambiente.

Mas importante lembrar que quando falamos que a vida é
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Transmissão do HIV

● Anal receptivo - 1 transmissão a cada 72 atos sexuais
● Anal insertivo - 1 a cada 900
● Relações pênis-vaginais receptivas - 1 a cada 1.250
● Relação peniana-vaginal insertiva - 1 a cada 2.500
● Sexo oral-peniano receptivo ou insertivo - 4 em 10 mil
Fonte

Revisão sistemática do UpToDate, 2014.

Pode parecer pouco num primeiro olhar, mas os riscos podem variar se houver outras IST’s no momento, principalmente ulceradas (15x mais), carga viral da parceria (muito importante) e até fatores genéticos.

Prevenção é o caminho.
Atos insertivos geralmente são das pessoas ‘ativas’ e receptivos das pessoas ‘passivas’.

Uma lesão ulcerada de sífilis pode aumentar a chance de transmissão de 10 a 15x, por exemplo. E presença de outras IST’s também.
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Continuando nossa série #CorposDiversos, que contempla a diversidade da anatomia humana, vamos falar hoje do capuz do clitóris ou prepúcio clitoriano.

E também sobre a diferença da clitoropexia e mutilação genital feminina.

Um post para todas as pessoas com vulva/vagina. Image
O capuz do clitóris, ou prepúcio clitoriano, é uma prega de pele que envolve e protege a glande do clitóris. É basicamente o equivalente do prepúcio em pessoas com pênis.
E, assim como os lábios da vulva, os capuzes do clitóris vêm em todas as formas, tamanhos e cores. E isso é lindo.

Muitas pessoas temem que seu capuz não pareça "normal", mas realmente não existe “normal”. Existe natural.
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‘Eu achava que sarna era coisa de gente desleixada.
E que HIV era coisa de gente promíscua.
E que tuberculose era coisa de gente pobre.’

Doenças infectocontagiosas acontecem com TODES.
São sociais.
E ser pobre, ‘promíscuo’ e desleixado não são problema. A desigualdade é.
O mais lindo da minha especialidade é exatamente isso: tudo pode acontecer. E com todes.

E tudo tem solução.

Vou perguntar onde você mora, com quem você mora, como você transa, pra onde você viaja, o que você come e o que você faz no tempo livre.
Vou te ver inserido no meio ambiente.

Viver neste planeta traz alguns riscos. A natureza não vai parar pra te dar licença.
Os ‘bichinhos’ estão aí desde muito antes de nós. Então as infecções infecto parasitárias existem.
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Hoje estreio a série #CorposDiversos, onde vou explorar variações anatômicas de nossas corpas que, ao primeiro momento podem gerar estranhamento,

mas que na verdade só ressaltam o quanto a natureza é linda e diversa!

Naturalizar sempre!

#saudelgbt #doutormaravilha
Iniciando a série #CorposDiversos, onde falaremos de variações de nossos corpos, que nos embelezam e não nos afastam, vou falar hoje sobre essas estruturas que geram tanta confusão entre as pessoas com pênis e admiradores. As glândulas de Tyson!
Elas são pequenas bolinhas ao redor da cabeça do pênis, região chamada de coroa da glande.
São responsáveis por produzir um líquido lubrificante que facilita a penetração durante o sexo e são, muitas vezes, imperceptíveis. No entanto, existem casos em que ficam mais visíveis,
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Caro homem gay

Esta cultura onde nosso valor depende dos nossos músculos, do tamanho do pênis e de sermos ‘instagramáveis’
só tem tanta força porque nós também a reproduzimos.

O próprio padrão que a gente alimenta é o mesmo que nos subjuga

e que nos descartará um dia.
E a carapuça serve em mim completamente.

Mesmo que sempre procure me vigiar e ver o que posso melhorar. Ainda reproduzo muito tb.
Vocês também já perceberam isso?

Vocês já repararam que se curtirem uma foto de um cara de ‘beleza padrão’ de sunga, simplesmente seus recomendados serão TODOS assim?
Todos! Como se não houvesse espaço para mais nada ou ninguém!
Um algoritmo sufocante.
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Afinal, PrEP é pra quem?

Um diálogo sobre vulnerabilidades e riscos.

Puxe o fio do Julius. 👇🏽
🤣
Calma, Julius.

Então, respondendo à pergunta: não necessariamente. É mais sobre COMO você transa, do que QUANTO você transa.

Para falar de PrEP (Profilaxia Pré-Exposição para o HIV) precisamos entender dois conceitos: vulnerabilidade e risco.
Vulnerabilidade é o conjunto de condições sociais, de gênero, políticas, sexuais e étnicas/cor de pele que conferem à uma pessoa uma chance maior de se infectar com o HIV. Por exemplo, é diferente falar de acesso à prevenção para uma travesti negra que mora no
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Um bate-papo sobre brincadeira de criança.

Tem brincadeira de menino e de menina?

Quais as construções e desconstruções de gênero?

Pela psicóloga da #EquipeMaravilha Giovana Meinberg.
Nem sempre a gente entende que brincar deva ser levado a sério, assim como outras recomendações passadas por nós, profissionais de saúde, como cuidado para a saúde. Especialmente para as crianças.

A brincadeira ajuda no desenvolvimento cognitivo, social, emocional e motor.
Uma criança que é livre para brincar cresce com auto estima e se torna uma pessoa adulta mais confiante e criativa para lidar com os próprios problemas. Tem mais chances também de criar uma consciência mais crítica sobre o entorno e a se colocar no lugar do
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Olá, Anjas.

Eu, Eduardo Oliveira , e Naamã Rubet (@NRubert ), somos psicólogos e fazemos parte da #EquipeMaravilha. Depois de muitas conversas, decidimos criar uma série de postagens, intitulada: “Deu positivo. Vamos conversar?”
sobre possíveis repercussões do diagnóstico do HIV na “saúde mental”.

Primeiro, vale ressaltar que não há uma forma ideal de reagir ao saber sobre o diagnóstico. Somos único e cada um vive do seu modo o processo de descoberta e como lida com a sorologia positivo para o HIV.
Não temos o objetivo de dizer o que deve ser feito, mas provocar reflexões, caso você tenha vivido ou esteja vivendo alguma dessas situações que abordaremos.
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Teoricamente, não existe sexo seguro, no que concerne às ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), pois sempre há um risco inerente de algo acontecer. Na medicina, optamos por falar então de sexo protegido.

Mas será que sexo é apenas isto?
Cercar-se de todas as formas para evitar ISTs, gestações e aproveitar alguns minutos de prazer?

Eu, particularmente, acredito no sexo consciente e sem culpa, no sexo transparente e corresponsável.

Não acredito que exista uma única forma de se fazer sexo e, muito menos,
que ele comece e acabe na cama. Sexo é troca. É envolvimento.

Começa no olhar, na conquista, no charme. Não é o quê enfia aonde. Não é gozar dentro. Ou fora.

É o trânsito.

Acredito num mundo em que pessoas amarão tanto seus corpos e os corpos diferentes dos seus que o sexo
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O presidente da República pode acabar com o tratamento gratuito de HIV?

O cenário é hipotético é uma das dúvidas mais presentes no nosso inbox, devido à precarização de serviços neste governo.

Leia a análise do advogado da equipe maravilha, Vinicius Mello. Image
Uma pergunta que recebemos frequentemente neste cenário de necropolítica é sobre haver possibilidade ou não de um presidente acabar com o tratamento gratuito de HIV.

Eis a opinião do advogado da equipe maravilha, sobre este cenário hipotético:
Que o brasileiro não tem um único dia de paz nós já sabemos, e agora a discussão da vez é: “O presidente da república pode acabar com a terapia antirretroviral fornecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde?”.
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Olá, ânjas! Aqui é o Matheus Manfre @mapmanfre da #equipemaravilha

Dia 19 de setembro marca o aniversário do Sistema Único de Saúde (SUS). Data que foi promulgado a Lei nº. 8.080/1990, que regulamentou, em todo o território nacional, as ações e serviços de saúde. Image
O SUS é uma conquista do povo brasileiro!

O SUS foi garantido pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 196. É o único sistema de saúde pública do mundo que atende mais de 190 milhões de pessoas, sendo que 80% delas dependem, exclusivamente,
para qualquer atendimento de saúde.

As ações do Sistema Único de Saúde (SUS) são diversas e englobam desde o controle de qualidade da água potável, a fiscalização de alimentos pela Vigilância Sanitária, campanhas de vacinação, até procedimentos médicos de média e alta
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Fiocruz (Farmanguinhos) anuncia a produção de novo tratamento para HIV com comprimido único diário.

Será o fim do tenofovir? E das preocupações com perda de função renal e massa óssea?

Será pra todo mundo? 🧐

Acompanhe a THREAD.
Recentemente a FioCruz anunciou a produção de um novo tipo de tratamento para HIV/Aids no Brasil.

Desde 1996 o Brasil oferece terapia antirretroviral altamente ativa (HAART) baseada em ao menos três medicamentos. E, desde 2017, o tratamento de primeira escolha preconizado
no país envolve dois comprimidos (um de tenofovir + lamivudina e outro de dolutegravir).

Já tivemos um esquema de comprimido único diário que era a primeira opção (o ‘3 em 1’, com tenofovir + lamivudina + efavirenz ) que ainda continua sendo utilizado, mas agora com
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Sexo anal é vilão?

De chuca, passando pelas ISTs e a endocardite. 🤓

A THREAD

#doutormaravilha #saudelgbt Image
Eu realmente preciso maneirar minhas referências nerds. 👀
Haha.

Se tem um assunto cercado de mitos é o sexo anal. Obviamente devido a todo o peso moralista e cis-heteronormativo que o acompanha, embora a sua prática seja extremamente comum tanto entre héteros, como entre LGBT+.
Vamos desfazer alguns mitos:

1 - Dor: não acredito que seja o sexo mais simples de todos, pois envolve a disposição e anatomia de cada pessoa. O esfíncter anal é um músculo e conseguir relaxá-lo para não sentir dor demanda tempo e prática. Muitas pessoas me reclamam que não
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